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	<title>Arquivo para clt - Hardy de Mello Advocacia</title>
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	<title>Arquivo para clt - Hardy de Mello Advocacia</title>
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		<title>O que é a compensação orgânica que deve ser paga aos Aeronautas?</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/compensacao-organica-aeronautas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 21:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronautas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compensação orgânica é um adicional previsto na convenção coletiva dos Aeronautas que em muitos casos não é pago pelas companhias aéreas. Esse adicional significa que na composição da remuneração fixa do trabalhador (aeronauta), deverá ter a inclusão de 20% (vinte por cento) de seu valor, sob o título de indenização de &#8220;Compensação Orgânica&#8221; pelo&#8230;&#160;<a href="https://melloadvogados.com.br/compensacao-organica-aeronautas/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O que é a compensação orgânica que deve ser paga aos Aeronautas?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">A compensação orgânica é um adicional previsto na convenção coletiva dos Aeronautas que em muitos casos não é pago pelas companhias aéreas.</h3>
<figure id="attachment_1072" aria-describedby="caption-attachment-1072" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://melloadvogados.com.br/compensacao-organica-aeronautas/aeronautas_advogado/" rel="attachment wp-att-1072"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1072" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/09/aeronautas_advogado-300x240.jpg" alt="Aeronautas" width="300" height="240" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/09/aeronautas_advogado-300x240.jpg 300w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/09/aeronautas_advogado-768x613.jpg 768w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/09/aeronautas_advogado-1024x818.jpg 1024w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/09/aeronautas_advogado.jpg 1347w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1072" class="wp-caption-text">Advogado Aeronauta</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Esse adicional significa que na composição da remuneração fixa do trabalhador <a href="http://melloadvogados.com.br/direitos-trabalhistas-do-aeronauta-advogado-trabalhista-aeronauta/">(aeronauta)</a>, deverá ter a inclusão de 20% (vinte por cento) de seu valor, sob o título de indenização de &#8220;Compensação Orgânica&#8221; pelo exercício da atividade aérea.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão desse valor deve se dar sem que isso modifique o valor original da remuneração fixa para qualquer fim.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estabelecido pelo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, o adicional de compensação orgânica foi, inicialmente, criado para os pilotos e demais militares das Forças Armadas (Decreto-Lei 728/1969).</p>
<p style="text-align: justify;">Isso se dava face o alto desgaste fisiológico decorrente da pressurização das aeronaves, objetivando compensar os desgastes orgânicos consequentes das variações de altitude, das acelerações, das variações barométricas, dos anos psicossomáticos e da exposição a radiações resultantes do desempenho continuado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, a aviação civil sofreu um avanço tecnológico com as pressurizações das aeronaves turboélice e a jato e, consequentemente, os aeronautas das empresas de transporte aéreo regular e não regular passaram a ter o mesmo grau de exposição e desgaste orgânico que os militares.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o propósito de estender um adicional de caráter indenizatório pelos desgastes orgânicos sofridos, o Sindicato Nacional dos Aeronautas, o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas e o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo concordaram em criar, uma cláusula convencional, atribuindo, somente em caráter indenizatório, o adicional salarial que não alterasse o salário base, mas que compusesse mais 20% (vinte por cento) deste.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Entretanto, muitas empresas não vêm efetuado o pagamento do adicional de compensação orgânica aos trabalhadores (Comandantes, copilotos, comissários e outros).</h3>
<p style="text-align: justify;">Algumas empresas argumentam que o adicional acaba sendo incluído na remuneração do trabalhador de forma implícita.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que essa alegação contraria as recentes correntes jurisprudenciais firmadas pelo TST, até mesmo porque, tal afirmação redundaria na caracterização de salário complessivo, o que é vedado.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o posicionamento do Egrégio TST:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Súmula nº 91 do TST &#8211; SALÁRIO COMPLESSIVO (mantida) &#8211; Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 &#8211; Nula é a cláusula contratual que fixa determinada importância ou percentagem para atender englobadamente vários direitos legais ou contratuais do trabalhador.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Aliás, inúmeros são os julgados no sentido aqui mencionado:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">RECURSO DE REVISTA &#8211; ADICIONAL DE COMPENSAÇÃO ORGÂNICA. SALÁRIO COMPLESSIVO. O Tribunal Regional, ao entender que o percentual pago a título de compensação orgânica está incluído na remuneração fixa do reclamante, contrariou a Súmula nº 91 do TST. O entendimento desta Turma é de que o pagamento da parcela &#8211; compensação orgânica- não está embutido no salário fixo, motivo pelo qual determina o pagamento do adicional de 20%, em observância ao disposto na Súmula nº 91 do TST. Recurso de revista conhecido e provido.(TST &#8211; RR: 1470 1470/1999-316-02-00.3, Relator: Horácio Raymundo de Senna Pires, Data de Julgamento: 25/11/2009, 3ª Turma,, Data de Publicação: 11/12/2009)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Veja, outro decisório prolatado pela Egrégia Corte Trabalhista:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">ADICIONAL DE COMPENSAÇÃO ORGÂNICA. SALÁRIO COMPLESSIVO. O Tribunal Regional, ao entender que o percentual pago a título de compensação orgânica está incluído na remuneração fixa do Reclamante, contrariou o disposto na Súmula nº 91 do TST. O entendimento desta Corte é de que o pagamento da parcela -compensação orgânica &#8211; não está embutido no salário fixo, motivo pelo qual, determina o pagamento do adicional de 20%, em observância ao disposto na Súmula 91 do TST. Recurso de Revista a que se dá provimento.(TST &#8211; RR: 950 950/2001-315-02-00.6, Relator: José Simpliciano Fontes de F. Fernandes, Data de Julgamento: 04/11/2009,  2ª Turma,, Data de Publicação: 20/11/2009)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, fica claro que o comando contido na convenção coletiva dos Aeronautas deve ser observado pelas empresas de aviação em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Se houve algum tipo de violação ao pagamento do referido adicional, não deixe de consulta uma <a href="http://melloadvogados.com.br/advogado-trabalhista/">assessoria jurídica especializada.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa de call center indenizará analista ridicularizada por não cumprir metas</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:50:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A advocacia trabalhista Mello Advogados realiza um trabalho de acompanhamento de decisões e noticias divulgadas pelo Tribunal Superior do Trabalho, a última instância do direito trabalhista brasileiro. Por isso, a equipe de advogados trabalhistas da Mello Advogados selecionou a seguinte notícia de direito do trabalho: A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo&#8230;&#160;<a href="https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Empresa de call center indenizará analista ridicularizada por não cumprir metas</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A advocacia trabalhista Mello Advogados realiza um trabalho de acompanhamento de decisões e noticias divulgadas pelo Tribunal Superior do Trabalho, a última instância do direito trabalhista brasileiro.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por isso, a equipe de advogados trabalhistas da Mello Advogados selecionou a seguinte notícia de direito do trabalho:</h4>
<p style="text-align: justify;">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo de instrumento da Hewlett-Packard Brasil Ltda. (sucessora da EDS &#8211; Electronic Data Systems do Brasil Ltda.) contra condenação ao pagamento de indenização por dano moral a uma analista de call center. Quando não batia metas, seu nome era colocado num boneco que ficava exposto dentro de caixão de papelão na entrada do local de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A analista foi contratada pela EDS (adquirida depois pela HP) para prestar serviços de telemarketing ao Banco Real ABN – Amro Bank em Salvador (BA). Segundo afirmou, havia pressão constante pelas vendas e para bater metas, controle de tempo para idas ao banheiro e apitos e batidas nas mesas como &#8220;motivação&#8221;.  Seu nome figurou mais de dez vezes no caixão de papelão preto na entrada da sala, que, com o apelido de &#8220;Erro Fatal&#8221;, simbolizava o analista que não bateu a meta.</p>
<p style="text-align: justify;">O representante da HP confirmou a existência do &#8220;Erro fatal&#8221;, mas disse que ele fazia parte das &#8220;campanhas temáticas&#8221; &#8211; no caso, referente ao &#8220;Dia das Bruxas&#8221;, e durou apenas algumas semanas. Mas o juízo da 39ª Vara do Trabalho de Salvador (BA) verificou, com base nos testemunhos, que o boneco ficou lá nos cinco anos de contrato da analista, e assinalou que haveria &#8220;maneiras mais humanas e respeitáveis de se cobrar o cumprimento de metas, sem ferir a dignidade humana&#8221;, condenando a empresa ao pagamento de R$ 3 mil de indenização pelo assédio moral.</p>
<p style="text-align: justify;">No recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), a empresa insistiu que a prática era apenas uma forma &#8220;indiscriminada de alerta e estímulo&#8221;, para o empregado se esforçar. A sentença, porém, foi mantida.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator do agravo da HP ao TST, ministro Alexandre Agra Belmonte, afastou a alegação da HP de falta de comprovação do dano, e explicou que, uma vez comprovada a conduta da empresa, o dano é presumido, decorrente do próprio fato.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi unânime.</p>
<p style="text-align: justify;">(Lourdes Côrtes/CF)</p>
<p style="text-align: justify;">Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=64400&amp;digitoTst=62&amp;anoTst=2008&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=05&amp;varaTst=0039">AIRR-64400-62.2008.5.05.0039</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</em></p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Tribunal Superior do Trabalho</h5>
<p style="text-align: justify;">Para receber esse conteúdo forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a advocacia trabalhista.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda, para obter mais informações sobre  Advocacia Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="http://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui.</a></p>
<h5 style="text-align: justify;">Ou entre em contato com a Mello Advogados &#8211; Advocacia Trabalhista: 11 4102 1814 ou 11998564520.</h5>
<p style="text-align: justify;">[contact-form-7]</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="wp-image-286 alignright" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="(max-width: 162px) 100vw, 162px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho.</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/">Empresa de call center indenizará analista ridicularizada por não cumprir metas</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vale pagará adicional de transferência a empregado de Vitória que trabalhava em Belo Horizonte</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/vale-pagara-adicional-de-transferencia-a-empregado-de-vitoria-que-trabalhava-em-belo-horizonte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:46:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Vale S.A. foi condenada a pagar adicional de transferência a um empregado de Vitória (ES) que durante cerca de um ano trabalhou de segunda a sexta-feira em Belo Horizonte (MG), retornando para casa nos fins de semana. A empresa recorreu, sustentando que não se tratava de transferência, mas a Primeira Turma do Tribunal Superior&#8230;&#160;<a href="https://melloadvogados.com.br/vale-pagara-adicional-de-transferencia-a-empregado-de-vitoria-que-trabalhava-em-belo-horizonte/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Vale pagará adicional de transferência a empregado de Vitória que trabalhava em Belo Horizonte</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Vale S.A. foi condenada a pagar adicional de transferência a um empregado de Vitória (ES) que durante cerca de um ano trabalhou de segunda a sexta-feira em Belo Horizonte (MG), retornando para casa nos fins de semana. A empresa recorreu, sustentando que não se tratava de transferência, mas a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, sob a relatoria do ministro Walmir Oliveira da Costa, não conheceu do recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">O empregado alegou na reclamação trabalhista que foi transferido unilateralmente para Belo Horizonte em maio de 2000, para prestar serviços à FCA – Ferrovia Centro Atlântico S/A, do grupo da Vale, onde permaneceu até julho de 2001. Contou que, nesse período, a empresa continuou a pagar o salário acrescido de R$ 300 a título de complementação, mas sem receber adicional de transferência.</p>
<p style="text-align: justify;">Na defesa, a Vale argumentou que ele retornava de Belo Horizonte, praticamente, todos os fins de semana para Vitória, onde manteve residência, com as despesas de deslocamento pagas. Além disso, o deslocamento temporário ocorreu por necessidade de serviço, devidamente previsto no contrato de trabalho, e, por ser ocupante de cargo de confiança, o empregado &#8220;tinha pleno conhecimento&#8221; de que se tratava apenas da implantação e adequação do centro de controle operacional da ferrovia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) deferiu o adicional, concluindo que a transferência teve caráter provisório. Segundo esse entendimento, a afirmação da empresa não se sustentava, uma vez que esses &#8220;alguns dias da semana&#8221; eram, no mínimo, de segunda a sexta-feira. Para o TRT, o fato de o empregado retornar para Vitória nos fins de semana não deixava de caracterizar a transferência, até mesmo porque a situação durou mais de um ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TST </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No recurso ao TST, a Vale reiterou a argumentação apresentada nas instâncias inferiores. Mas o relator, diante da configuração da provisoriedade da transferência, considerou os argumentos da empresa irrelevantes para obstar o reconhecimento do direito do empregado ao recebimento do adicional de insalubridade. Sobre a não fixação dele na nova localidade, o relator esclareceu que esse argumento remete à revisão dos fatos e provas, procedimento vedado nessa instância recursal pela <a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;s1=126&amp;s2=bden.base.&amp;pg1=NUMS&amp;u=http://www.tst.gov.br/jurisprudencia/brs/nspit/nspitgen_un_pix.html&amp;p=1&amp;r=1&amp;f=G&amp;l=0">Súmula 126</a> do TST.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi unânime.</p>
<p style="text-align: justify;">(Mário Correia/CF)</p>
<p style="text-align: justify;">Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=B2763B56EA6A635370DB8A8DEEF744E2.tst32?conscsjt=&amp;numeroTst=20700&amp;digitoTst=79&amp;anoTst=2006&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=17&amp;varaTst=0004&amp;consulta=Consultar">RR-20700-79.2006.5.17.0004</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</em></p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Tribunal Superior do Trabalho</h5>
<p style="text-align: justify;">Para receber esse conteúdo forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a advocacia trabalhista.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda, para obter mais informações sobre  Advocacia Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="http://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui.</a></p>
<h5 style="text-align: justify;">Ou entre em contato com a Mello Advogados &#8211; Advocacia Trabalhista: 11 4102 1814 ou 11998564520.</h5>
<p style="text-align: justify;">[contact-form-7]</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="wp-image-286 alignright" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="(max-width: 162px) 100vw, 162px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho.</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/vale-pagara-adicional-de-transferencia-a-empregado-de-vitoria-que-trabalhava-em-belo-horizonte/">Vale pagará adicional de transferência a empregado de Vitória que trabalhava em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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