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	<title>Arquivo para código 91 do inss o que significa - Hardy de Mello Advocacia</title>
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		<title>Código 91 do INSS: O que significa? Tem Estabilidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 00:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Código 91 do INSS, O que significa? Tem Estabilidade? Qual a diferença do código 31 para o 91 do INSS?<br />
Qual o valor do benefício B91?<br />
O que quer dizer B91?<br />
Quais as vantagens do auxílio-doença acidentário?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Código 91 do INSS: O que significa? Tem Estabilidade? Entenda Tudo Sobre como Funciona Este Auxílio-Doença Acidentário!</strong></p>



<p>Você sofreu <a href="/areas-de-atuacao/">acidente de trabalho</a>, possui uma doença relacionada com o trabalho que exerce ou está passando por alguma das situações que a lei equipara o acidente de trabalho?</p>



<p>Neste conteúdo você saberá exatamente sobre as principais questões relacionadas ao que significa o código 91 do INSS, se tem estabilidade, sobre o recebimento benefício auxílio-doença acidentário e muito mais!</p>



<p>Veja abaixo as dúvidas mais comuns que o recebemos em nosso escritório sobre o código 91 do INSS:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual a diferença do código 31 para o 91 do INSS?</li><li>Qual o valor do benefício B91?</li><li>O que quer dizer B91?</li><li>Quais as vantagens do auxílio-doença acidentário?</li></ul>



<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-trabalhista-sao-paulo/">Advogado Trabalhista São paulo: o que faz? Tudo sobre consultas, Direitos Trabalhistas e muito mais!</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/acidente-de-percurso/">Acidente de Percurso: Quais Foram As Mudanças na Lei?</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/">CAT Acidente de Trabalho: Veja Absolutamente Tudo Sobre a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/deveres-da-empresa-com-funcionario-acidentado/">Deveres da Empresa com Funcionário Acidentado 2022, Quais São?</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/se-machucar-no-trabalho-e-nao-ser-registrado/">Se Machucar No Trabalho e Não ser Registrado, Quais São os Meus Direitos?</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/quais-os-direitos-de-quem-pede-demissao/">Quais os Direitos de Quem Pede Demissão? Veja 2 Direitos que o Trabalhador Perde Ao Se Demitir!</a></li></ul>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:27px">Código 91 do INSS: O que quer dizer?</h1>



<p>Infelizmente, é muito comum acontecer com os trabalhadores que sofrem acidente do trabalho ter em seu lado constando o auxílio-doença previdenciário comum e não podem usufruir dos outros direitos do código B 91.</p>



<p>O código B 91 é a espécie que designa o benefício como auxílio-doença acidentário, que é totalmente diferente do código de espécie B 31.</p>



<p>O trabalhador somente possui direito ao recebimento do auxílio-doença acidentário se o perito médico elaborar o laudo pericial com a descrição do <strong>Código B 91 do INSS</strong>.</p>



<p>No próximo tópico, você verá a qual a diferença do código B 31 para o B 91 do INSS e quais são os direitos que estão envolvidos.</p>



<p>É o caso da doença ocupacional, ou seja, uma doença gerada no trabalho pela função a qual o trabalhado exerce e outras situações a lei atribui os mesmos efeitos que o acidente de trabalho. </p>



<p>O acidente de trabalho é aquele que acontece quando o trabalhador está em serviço e sofre como por exemplo um choque elétrico o trabalhador que lida com energia elétrica sofre um choque, ou o motoboy que realiza entrega e sofre um acidente de moto esses são acidentes de trabalho te auxílio-doença acidentário</p>



<p>A doença do trabalho surge ou é agravada pelo trabalho ou condições de seu desempenho, como por exemplo o trabalhador que realiza digitação ou que faz muitos gestos repetitivos</p>



<p>Neste caso, a lesão esforços repetitivos são doenças do trabalho outras situações também a lei atribui os mesmos efeitos que o acidente de trabalho, como o caso do acidente de trajeto.</p>



<p>O Acidente de Trajeto ou <a href="https://melloadvogados.com.br/acidente-de-percurso/">Acidente de Percurso</a>, é aquele que acontece quando o trabalhador sofre um acidente nessas situações e esse acidente geral uma incapacidade do serviço ele também pode ter direito ao auxílio-doença acidentário</p>



<p>Agora, o trabalhador está recebendo o auxílio-doença comum B 31 e quer realizar a mudança para o recebimento do auxílio-doença acidentário B 91, como proceder?</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:27px">Conversão da espécie 31 para 91</h2>



<p>É necessário ressaltar que esses direitos como o recolhimento do <a href="/areas-de-atuacao/">FGTS</a> e a estabilidade de 12 meses <strong>não existem</strong> no benefício auxílio-doença comum, que é o acidente que não possui relação com o trabalho.</p>



<p>É muito comum que os trabalhadores se esqueçam de solicitar ao médico que elabore um laudo médico com o código B 91 e consequentemente gere um auxílio doença previdenciário comum de código B 31, que não possui nenhuma relação com o auxílio doença acidentário.</p>



<p>A partir desse erro, o trabalhador acaba não recebendo os demais direitos conforme mencionado anteriormente e isso acarreta diversos transtornos e prejuízos para o trabalhador e será necessário entrar com uma medida administrativa ou judicial contra o INSS.</p>



<p>Por isso, é muito importante que o trabalhador se atente na etapa da elaboração do laudo pericial do INSS e reforce ao perito médico judicial que conste no laudo especificando o código B 91 para que se possa receber todos os direitos cabíveis.</p>



<p>Para a conversão da espécie 31 para 91, é necessário que o trabalhador busque o auxílio de um advogado de acidente de trabalho, sendo o profissional mais habilitado e especialista no assunto para esclarecer todas as dúvidas, pois cada caso é um caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading" style="font-size:27px">Qual a diferença do código 31 para o 91 do INSS?</h3>



<p>O Auxílio Doença Comum Previdenciário e o Auxílio-Doença Acidentário são benefícios pagos pela Previdência Social em decorrência de algum acometimento por acidente ou uma doença gerada. </p>



<p>No entanto, elas possuem uma diferença em seus significados, pois só podem ser recebidos em situações específicas e devem atender a alguns critério. No que eles diferem?</p>



<p>O auxílio-doença comum previdenciário B 31 é para os cidadãos comuns que sofrem acidentes ou moléstias, mas que não possuem nenhuma relação com o acidente ou doença que ocorre no ambiente de trabalho.</p>



<p>Enquanto no Auxílio-Doença Acidentário que se identifica com o código B 91, decorre de qualquer necessidade de afastamento do trabalhador que seja superior 15 dias e que tenha origem em algum fato relacionado ao trabalho. </p>



<p>O benefício é pago mensalmente pelo INSS somente para o trabalhador que está afastado do serviço em casos de acidente de trabalho.</p>



<p>Portanto, a diferença é apenas é que no B 91 que se refere ao auxílio-doença acidentário, o trabalhador possui direito a continuidade do recolhimento do Fundo de Garantia por tempo de serviço e a estabilidade por durante 12 meses.</p>



<p>Logo, no código B 31, que se refere ao auxílio doença comum previdenciário, o trabalhador <strong>não</strong> possui direito a continuidade do recolhimento do Fundo de Garantia por tempo de serviço e muito menos gozar da estabilidade por durante 12 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais as vantagens do Auxílio-Doença Acidentário?</h3>



<p>O Auxílio-doença Acidentário, como já vimos, é um benefício do INSS que só possui o direito de receber o trabalhador que sofre um acidente, se machuca ou acaba tendo uma doença ocupacional desenvolvida por conta das suas atividades laborais.</p>



<p>O direito de recebimento ao benefício do auxílio-doença acidentário é muito importante porque assegura ao trabalhador uma série de direitos que são devidos no afastamento causado pelo acidente de trabalho.</p>



<p>E as vantagens do Auxílio-doença Acidentário são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A emissão da CAT, sendo de obrigação da parte do empregador, caso contrário será penalizado com uma multa;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>A continuidade do recolhimento do Fundo de Garantia (FGTS) pelo empregador, como se o trabalhador estivesse trabalhando normalmente;</li><li>Ao retornar dos 15 dias de afastamento do médico, o trabalhador possui direito de gozar da <a href="https://melloadvogados.com.br/estabilidade-acidente-de-trabalho">estabilidade por acidente de trabalho</a> de 12 meses e não pode ser mandado embora</li><li>O trabalhador segurado do INSS não possui carência, ou seja, um tempo para que ele tenha direito ao recebimento do auxílio-doença acidentário</li><li>Auxílio-Acidente após a cessação do </li></ul>



<p>Nesse sentido, para que o trabalhador consiga receber todos os seus direitos devidamente, é necessário consultar sempre um advogado especialista no assunto de acidente do trabalho para que as probabilidades de sucesso na ação contra o INSS seja bem sucedida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual o valor do benefício B91?</h3>



<p>Antes de mais nada, ao solicitar o benefício de auxílio-doença acidentário, é necessário que o trabalhador tenha sempre em mãos todos os laudos médicos com a especificação do CID do acidente ou da doença causado no ambiente de trabalho.</p>



<p>Com esses documentos o INSS reconhece a existência do acidente de trabalho ou da doença ocupacional e enfim afastará o trabalhador do seu trabalho pela sua incapacidade temporária ou não.</p>



<p>Não há um valor do benefício B91 fixo, pois existem diversas possibilidades de acidentes e doenças e muitas considerações devem ser levadas em consideração na fixação de valores do valor do Auxílio-doença Acidentário.</p>



<p>Muitos juízes possuem as suas próprias interpretações e princípios jurídicos para o embasamento de uma sentença, sendo cada caso um diferente do outro.</p>



<p>Caso o trabalhador preencher todas essas condições e requisitos estipulados pelo INSS e ainda tem o seu benefício negado, é possível entrar com um recurso administrativo ou uma ação previdenciária tanto para começar a receber o benefício, como para converter o tipo de benefício.</p>



<p>Na prática, vemos muitos trabalhadores que não possuem o conhecimento dos seus direitos e muitas vezes é cabível até mesmo o recebimento de uma pensão vitalícia de 50% do salário até a aposentadoria.</p>



<p>Para que se obtenha os recebimentos cabíveis de direitos, benefícios previdenciários e indenizações, é necessário que busque a orientação jurídica de um advogado de sua confiança e que já tenha uma longa jornada com processos previdenciários.<br></p>



<p><em><strong>Atualizado em 16 de maio de 2026</strong> — incorpora o julgamento do <strong>Tema 125 do TST</strong> (Tribunal Pleno, 25/04/2025, IRR 0020465-17.2022.5.04.0521), que redefiniu os requisitos da estabilidade acidentária prevista no art. 118 da Lei 8.213/91, e a discussão atualizada sobre conversão de B31 em B91 via Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP).</em></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:24px">Atualização 2026: Tema 125 do TST e o novo entendimento sobre estabilidade do B91</h2>



<p>Em <strong>25 de abril de 2025</strong>, o Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho julgou o <strong>Tema 125</strong>, sob o rito dos recursos repetitivos, e fixou tese de observância obrigatória por toda a Justiça do Trabalho. O acórdão decorre do Incidente de Recursos Repetitivos (IRR) 0020465-17.2022.5.04.0521, publicado em 09/05/2025.</p>



<p>A tese fixada tem a seguinte redação: <em>&#8220;Para fins de garantia provisória de emprego prevista no artigo 118 da Lei nº 8.213/1991, não é necessário o afastamento por período superior a 15 dias ou a percepção de auxílio-doença acidentário, desde que reconhecido, após a cessação do contrato de trabalho, o nexo causal ou concausal entre a doença ocupacional e as atividades desempenhadas no curso da relação de emprego.&#8221;</em></p>



<p>Na prática, o entendimento histórico fundado na redação anterior do item II da <strong>Súmula 378 do TST</strong> exigia dois requisitos cumulativos para o reconhecimento da estabilidade acidentária: (i) afastamento previdenciário superior a 15 dias e (ii) recebimento do <strong>código 91 do INSS</strong> (B91 — auxílio-doença acidentário). Com o Tema 125, essas exigências deixam de ser pressupostos formais e passam a operar como meros indícios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que muda na prática para quem recebe B91 — e para quem não recebeu</h3>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Quem recebeu o B91 (código 91 do INSS):</strong> mantém integralmente o direito à estabilidade de 12 meses contados da alta previdenciária, com depósitos de FGTS no período de afastamento e direito ao retorno ao mesmo posto de trabalho.</li><li><strong>Quem teve B31 (auxílio-doença comum) mas com nexo ocupacional:</strong> pode pleitear judicialmente o reconhecimento da estabilidade mesmo sem a chancela administrativa do INSS, bastando comprovar em juízo o nexo causal ou concausal.</li><li><strong>Quem foi dispensado sem afastamento prévio:</strong> pode buscar a estabilidade post factum, desde que constatado o nexo entre a patologia e as atividades laborais. O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, em decisões posteriores ao Tema 125, vem reconhecendo a tutela inclusive em casos de afastamento inferior a 15 dias.</li><li><strong>Quem teve a CAT recusada pela empresa:</strong> a omissão patronal não prejudica o direito — a CAT pode ser emitida pelo próprio trabalhador, sindicato, médico assistente ou autoridade pública (art. 22, §2º, da Lei 8.213/91).</li></ul>



<p>A consequência prática é relevante: empregadores que dispensaram trabalhadores doentes confiando na ausência de B91 podem responder por <strong>reintegração ao emprego ou pagamento da indenização substitutiva</strong> correspondente ao período estabilitário (12 meses de salários, férias, 13º, FGTS + 40%), nos termos da Súmula 396 do TST.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:24px">Como converter o B31 em B91: o papel do NTEP e da CAT</h2>



<p>Quando o INSS concede o benefício na espécie <strong>B31 (auxílio por incapacidade temporária comum)</strong>, deixando de aplicar o código 91 ainda que a doença tenha origem ocupacional, a legislação prevê instrumentos para reverter a classificação — com impactos diretos no FGTS, na estabilidade e no cálculo do benefício.</p>



<h3 class="wp-block-heading">NTEP — Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário</h3>



<p>Instituído pelo art. 21-A da Lei 8.213/91 (com redação dada pela Lei 11.430/2006) e regulamentado pelo Decreto 6.042/2007, o NTEP estabelece <strong>presunção legal relativa (juris tantum)</strong> de origem ocupacional sempre que houver correspondência estatística entre o CID (Código Internacional de Doenças) do trabalhador e o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa. Em vigor desde 01/04/2007, é hoje a principal ferramenta para converter B31 em B91 administrativamente — ou, na recusa do INSS, em juízo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Caminhos para a conversão</h3>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Recurso administrativo ao Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS):</strong> prazo de 30 dias da ciência da decisão, com pedido expresso de reclassificação para B91 instruído com CAT, exames, laudos do médico assistente e perícia técnica.</li><li><strong>Ação previdenciária acidentária:</strong> competência da Justiça Estadual (e não da Federal), por força do art. 109, I, da CF/88 e da Súmula 15 do STJ. A prova pericial técnica é a peça central — pode-se requerer assistente técnico de confiança do trabalhador.</li><li><strong>Reclamação trabalhista paralela:</strong> para o reconhecimento da estabilidade e dos reflexos contratuais (com base no Tema 125 do TST), a Justiça do Trabalho é competente mesmo sem decisão prévia do INSS quanto ao código.</li></ol>



<p>Decisões recentes vêm convertendo benefícios mesmo após a alta. Em 2025, turmas dos Tribunais Regionais do Trabalho passaram a reconhecer a natureza acidentária de afastamentos inicialmente classificados como B31 — sobretudo em casos de LER/DORT, transtornos mentais relacionados ao trabalho (CID F32, F41, F43) e perda auditiva induzida por ruído (PAIR) —, determinando depósito retroativo de FGTS no período do afastamento e reintegração ao emprego.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:24px">Cálculo do B91 em 2026 e regras de carência</h2>



<p>O <strong>valor do B91</strong> corresponde a <strong>91% do salário de benefício</strong>, apurado a partir da média aritmética simples dos maiores salários de contribuição desde julho de 1994 (regra geral pós-Reforma da Previdência — EC 103/2019, art. 26). Diferentemente do B31, o B91 <strong>não exige carência</strong> de 12 contribuições mensais (art. 26, II, da Lei 8.213/91) — basta a qualidade de segurado na data do acidente ou da incapacidade ocupacional.</p>



<p>Reflexos econômicos importantes do enquadramento como B91:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>FGTS</strong> mantido durante todo o período de afastamento (art. 15, §5º, da Lei 8.036/90) — diferentemente do B31, que suspende os depósitos.</li><li><strong>Estabilidade de 12 meses</strong> após a alta previdenciária (art. 118 da Lei 8.213/91).</li><li><strong>Contagem do tempo de serviço</strong> como tempo de contribuição efetivo, inclusive para fins de aposentadoria.</li><li>Possibilidade de cumulação com a indenização civil por danos morais e materiais (Súmula Vinculante 22 do STF e art. 7º, XXVIII, da CF/88), caso comprovado dolo ou culpa da empresa.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:24px">Como o Mello Advogados pode ajudar</h2>



<p>O escritório <strong>Mello Advogados Trabalhistas</strong> atua há mais de uma década em ações envolvendo acidente de trabalho, doença ocupacional, conversão de B31 em B91, reconhecimento de estabilidade acidentária e responsabilização da empresa por danos materiais e morais. A equipe acompanha de perto a evolução jurisprudencial sobre o Tema 125 do TST e a aplicação prática do NTEP.</p>



<p>Se você recebeu o código 91 do INSS, foi dispensado durante afastamento, teve o benefício classificado como B31 indevidamente ou a empresa se recusou a emitir a CAT, fale conosco para avaliação do seu caso pelo WhatsApp <strong><a href="https://wa.me/5511998564520">(11) 99856-4520</a></strong> ou pelo telefone <strong>(11) 4102-1814</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:24px">Perguntas frequentes sobre o código 91 do INSS</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O que significa o código 91 do INSS?</h3>


<p>O código 91 (B91) é a sigla administrativa do INSS para o <strong>auxílio por incapacidade temporária de natureza acidentária</strong>, conhecido como auxílio-doença acidentário. É concedido quando a incapacidade decorre de acidente de trabalho típico, acidente de trajeto ou doença ocupacional (profissional ou do trabalho), nos termos dos arts. 19 a 21 da Lei 8.213/91.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre B31 e B91?</h3>


<p>O <strong>B31</strong> (auxílio-doença previdenciário comum) é pago em casos de incapacidade sem relação com o trabalho — exige 12 contribuições de carência, suspende os depósitos de FGTS e não gera estabilidade no emprego. O <strong>B91</strong> (auxílio-doença acidentário) decorre de acidente ou doença ocupacional, dispensa carência, mantém o FGTS durante o afastamento e gera estabilidade provisória de 12 meses após a alta (art. 118 da Lei 8.213/91).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem recebe B91 tem estabilidade no emprego?</h3>


<p>Sim. O trabalhador que recebe o código 91 tem garantia provisória de emprego pelo prazo mínimo de 12 meses após a cessação do auxílio-doença acidentário (art. 118 da Lei 8.213/91). Com o Tema 125 do TST (julgado em 25/04/2025), o direito também é reconhecido nos casos em que o INSS não classificou o benefício como B91, desde que comprovado o nexo causal ou concausal entre a doença e o trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual o valor do benefício B91 em 2026?</h3>


<p>O valor corresponde a <strong>91% do salário de benefício</strong>, calculado pela média aritmética simples dos maiores salários de contribuição desde julho de 1994 (regra pós-EC 103/2019). O pagamento é mensal, com 13º salário proporcional, e está limitado ao teto previdenciário, atualizado anualmente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como converter B31 em B91 pelo NTEP?</h3>


<p>Por meio do <strong>Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário</strong> (art. 21-A da Lei 8.213/91 e Decreto 6.042/2007), há presunção legal de origem ocupacional sempre que o CID da doença e o CNAE da empresa apresentem correspondência estatística. A conversão pode ser pedida por recurso administrativo ao CRPS no prazo de 30 dias da decisão do INSS ou via ação previdenciária acidentária na Justiça Estadual.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Posso ser demitido depois de receber B91?</h3>


<p>A dispensa durante o período de 12 meses de estabilidade acidentária é nula. Caso a empresa demita, o trabalhador pode requerer <strong>reintegração</strong> ao emprego ou, alternativamente, <strong>indenização substitutiva</strong> correspondente aos salários e reflexos do período remanescente da estabilidade (Súmula 396 do TST).</p>



<h3 class="wp-block-heading">E se a empresa não emitir a CAT?</h3>


<p>A omissão patronal não retira o direito ao B91 nem à estabilidade. O art. 22, §2º, da Lei 8.213/91 permite que a CAT seja emitida pelo próprio trabalhador, dependentes, sindicato, médico assistente ou autoridade pública. Recomenda-se preservar prontuário médico, exames, atestados e PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) para instruir eventual ação judicial.</p>


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{"@type":"Question","name":"Como converter B31 em B91 pelo NTEP?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"Por meio do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (art. 21-A da Lei 8.213/91 e Decreto 6.042/2007), há presunção legal de origem ocupacional quando o CID da doença e o CNAE da empresa têm correspondência estatística. A conversão pode ser requerida por recurso administrativo ao CRPS no prazo de 30 dias ou via ação previdenciária acidentária na Justiça Estadual."}},
{"@type":"Question","name":"Posso ser demitido depois de receber B91?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"A dispensa durante o período de 12 meses de estabilidade acidentária é nula. O trabalhador pode pleitear reintegração ao emprego ou indenização substitutiva correspondente aos salários e reflexos do período remanescente, nos termos da Súmula 396 do TST."}},
{"@type":"Question","name":"E se a empresa não emitir a CAT?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"A omissão patronal não retira o direito ao B91 nem à estabilidade. O art. 22, §2º, da Lei 8.213/91 permite que a CAT seja emitida pelo próprio trabalhador, dependentes, sindicato, médico assistente ou autoridade pública. Recomenda-se preservar prontuário, exames, atestados e PPP para instruir eventual ação judicial."}}
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{"@context":"https://schema.org","@type":"Article","headline":"Código 91 do INSS: o que é, quem tem direito e como receber em 2026","author":{"@type":"Person","name":"Hugo Vitor Hardy de Mello","jobTitle":"Advogado — OAB/SP 306.032"},"publisher":{"@type":"LegalService","name":"Mello Advogados Trabalhistas","logo":"https://www.melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/logo.png"},"datePublished":"2022-12-22T21:19:36-03:00","dateModified":"2026-05-16T13:58:00-03:00","mainEntityOfPage":"https://www.melloadvogados.com.br/codigo-91-do-inss/","image":"https://www.melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/codigo-91-inss.jpg","about":"Auxílio-doença acidentário B91, estabilidade acidentária art. 118 Lei 8.213/91, Tema 125 TST"}
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<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/codigo-91-do-inss/">Código 91 do INSS: O que significa? Tem Estabilidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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