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	<title>Arquivo para Mello advogados - Hardy de Mello Advocacia</title>
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		<title>Aposentadoria Especial da GCM de São Paulo: o que Diz o STF e Seus Direitos</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/aposentadoria-especial-gcm-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 07:19:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aposentadoria especial da GCM de São Paulo: entenda o que o STF decidiu (Tema 1057), as regras por risco e por agentes nocivos e como buscar o seu direito.</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/aposentadoria-especial-gcm-sao-paulo/">Aposentadoria Especial da GCM de São Paulo: o que Diz o STF e Seus Direitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>aposentadoria especial da GCM</strong> é uma das dúvidas mais recorrentes entre os Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo. Afinal, quem atua na segurança urbana, muitas vezes em jornada noturna e sob risco, tem direito a se aposentar com menos tempo de contribuição? A resposta exige separar dois caminhos jurídicos distintos e entender o que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu sobre o tema.</p>
<p>Neste guia, o escritório Mello Advogados Trabalhistas reúne, em linguagem técnica e acessível, as regras constitucionais, a jurisprudência atual e o passo a passo prático para o servidor da GCM avaliar a viabilidade do seu pedido.</p>
<h2>O que é a aposentadoria especial da GCM?</h2>
<p>Aposentadoria especial é a modalidade que permite ao servidor público se aposentar com requisitos reduzidos de idade e de tempo de contribuição, em razão das condições diferenciadas em que o trabalho é prestado. Para o Guarda Civil Metropolitano, vinculado ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do Município de São Paulo, a matéria é regida pelo artigo 40 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 103/2019 (a Reforma da Previdência), em vigor desde 13 de novembro de 2019.</p>
<p>A partir da Reforma, a Constituição passou a tratar a aposentadoria especial do servidor em três hipóteses, previstas nos parágrafos do artigo 40: deficiência (§ 4º-A), exposição a agentes nocivos à saúde (§ 4º-B) e atividade de risco (§ 4º-C). Para a GCM, interessam especialmente as duas últimas — e é justamente aí que muitos guardas confundem os critérios.</p>
<h2>Quem tem direito? As duas portas de entrada</h2>
<p>Existem dois fundamentos diferentes para pedir a aposentadoria especial, e cada um tem requisitos próprios. Entender qual deles se aplica ao seu caso é o primeiro passo.</p>
<h3>1. Atividade de risco (art. 40, § 4º-C, da CF)</h3>
<p>É o fundamento ligado ao <em>perigo inerente à função</em> — a exposição habitual à violência, ao confronto e à ameaça à integridade física, típica das carreiras de segurança pública. Pela Constituição, esse benefício depende de <strong>lei complementar do próprio ente federativo</strong> (no caso, do Município de São Paulo) que defina os requisitos diferenciados. Sem essa lei específica, não há concessão automática.</p>
<h3>2. Exposição a agentes nocivos (art. 40, § 4º-B, da CF)</h3>
<p>É o fundamento ligado à <em>insalubridade</em> — a efetiva exposição a agentes químicos, físicos ou biológicos prejudiciais à saúde. A Constituição veda, aqui, o enquadramento por simples categoria profissional: é preciso comprovar a exposição concreta. Esse é o caminho que, na prática, mais tem sido reconhecido para servidores públicos em geral, como se verá adiante.</p>
<h2>O que o STF decidiu sobre os guardas municipais (Tema 1057)</h2>
<p>Esse é o ponto que costuma frustrar parte da categoria, mas que precisa ser conhecido. No julgamento do <strong>Tema 1057 da repercussão geral (ARE 1.215.727)</strong>, relatado pelo Ministro Dias Toffoli, o STF reafirmou sua jurisprudência no sentido de que os guardas civis municipais <strong>não possuem direito constitucional automático à aposentadoria especial por exercício de atividade de risco</strong>.</p>
<p>O raciocínio da Corte é o seguinte: o tratamento diferenciado por atividade de risco depende de lei (hoje, lei complementar do ente, conforme o art. 40, § 4º-C). Como o legislador não estendeu de forma genérica esse direito às guardas municipais, não cabe ao Judiciário criar a regra no lugar do Parlamento. Em outras palavras, a porta da &#8220;atividade de risco&#8221; só se abre com lei específica que a discipline.</p>
<p>Esse entendimento explica por que a aposentadoria especial da GCM por risco é um tema essencialmente <em>legislativo</em>: depende de norma municipal. Não significa, porém, que o guarda esteja sem alternativas — o segundo caminho permanece aberto.</p>
<h2>O outro caminho: Súmula Vinculante 33 e o Tema 942 do STF</h2>
<p>Quando o fundamento é a <strong>exposição a agentes nocivos</strong> (insalubridade), a jurisprudência é bem mais favorável ao servidor público. Dois marcos são essenciais:</p>
<ul>
<li><strong>Súmula Vinculante 33 do STF:</strong> aplicam-se ao servidor público, no que couber, as regras do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) sobre aposentadoria especial por exposição a agentes nocivos, enquanto não editada a lei complementar específica.</li>
<li><strong>Tema 942 da repercussão geral (RE 1.014.286):</strong> o STF fixou que, até a entrada em vigor da EC nº 103/2019, o servidor cujas atividades eram exercidas em condições especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física tem direito à conversão desse tempo especial, aplicando-se as regras do RGPS previstas no art. 57 da Lei nº 8.213/1991 enquanto não houver lei complementar. Após a Reforma, a matéria passa a ser regida pela lei complementar de cada ente.</li>
</ul>
<p>Na prática, isso significa que o Guarda Civil Metropolitano que comprovar exposição efetiva a agentes nocivos — e que tenha período de atividade antes de 13/11/2019 — pode buscar o reconhecimento de tempo especial e seus reflexos, com base nessas decisões. É um caminho técnico, que exige prova documental, mas com respaldo firme na jurisprudência do Supremo.</p>
<figure class="wp-block-image size-large">
<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/06/ChatGPT-Image-9-de-jun.-de-2025-21_31_37.png" alt="Servidor público municipal de São Paulo analisando documentos para a aposentadoria especial da GCM (PPP e LTCAT)" class="wp-image-26709" width="1200" height="630" /><figcaption>A aposentadoria especial da GCM depende de prova documental: PPP, LTCAT e histórico funcional do servidor.</figcaption></figure>
<h2>Como comprovar o direito: documentos e passo a passo</h2>
<p>A aposentadoria especial não é concedida apenas pela função exercida — depende de prova. Para o servidor da GCM que pretende avaliar o tema, a organização da documentação é decisiva. Veja os passos principais:</p>
<ol>
<li><strong>Reúna o histórico funcional completo:</strong> certidão de tempo de contribuição, fichas funcionais, atos de nomeação, lotação e eventuais designações em atividades específicas.</li>
<li><strong>Levante a prova da condição especial:</strong> no caso de agentes nocivos, o documento central é o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e os laudos técnicos das condições ambientais de trabalho (LTCAT), que descrevem a exposição.</li>
<li><strong>Verifique os marcos temporais:</strong> identifique o que foi prestado antes e depois de 13/11/2019, pois a EC nº 103/2019 alterou as regras de transição e de conversão de tempo.</li>
<li><strong>Cheque a legislação municipal vigente:</strong> para o fundamento de atividade de risco, é indispensável conferir se há lei do Município que discipline o benefício e em quais termos.</li>
<li><strong>Faça o requerimento administrativo:</strong> em regra, o pedido começa no órgão previdenciário municipal. A negativa administrativa, quando ocorre, abre caminho para a discussão judicial.</li>
</ol>
<p>Cada etapa tem implicações jurídicas próprias, e a ausência de um único documento pode comprometer o reconhecimento. Por isso, a análise individualizada do caso costuma ser o diferencial entre um pedido bem instruído e um indeferimento.</p>
<h2>Cenários típicos do guarda civil metropolitano</h2>
<p>Para ilustrar como a teoria se aplica, alguns cenários comuns na rotina da categoria:</p>
<ul>
<li><strong>Guarda com longa carreira e atividade externa:</strong> pode ter interesse em verificar tanto a discussão sobre atividade de risco (dependente de lei municipal) quanto eventual exposição a agentes nocivos em determinados postos.</li>
<li><strong>Servidor que atuou antes e depois da Reforma:</strong> a divisão dos períodos é crucial, porque o tempo anterior a 13/11/2019 segue, em parte, regras mais favoráveis reconhecidas pelo STF (Tema 942).</li>
<li><strong>Guarda que recebeu negativa administrativa:</strong> a recusa do órgão previdenciário não encerra a questão; é possível pleitear judicialmente a revisão, desde que haja fundamento e prova.</li>
</ul>
<p>São situações que exigem leitura cuidadosa dos documentos e da legislação aplicável a cada período, sem generalizações.</p>
<h2>Contexto 2026: reestruturação, subsídio e o que está em pauta</h2>
<p>A carreira da Guarda Civil Metropolitana segue em movimento no plano legislativo. Em 20 de maio de 2026, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em primeira votação, o <strong>PL nº 388/2026</strong>, que trata da revalorização das tabelas do regime de remuneração por subsídio do quadro técnico da GCM. Poucos dias antes, em 13 de maio de 2026, foi aprovada a revisão salarial dos servidores municipais (PL nº 354/2026), no contexto da Revisão Geral Anual.</p>
<p>Esses movimentos confirmam que temas como remuneração, subsídio e estrutura de carreira da GCM permanecem em debate. Para o guarda, acompanhar a legislação municipal é importante justamente porque, como visto, o fundamento da atividade de risco depende de lei específica do Município.</p>
<h2>Como o Mello Advogados pode ajudar</h2>
<p>O escritório Mello Advogados Trabalhistas atua na análise de direitos de servidores públicos municipais de São Paulo, incluindo os Guardas Civis Metropolitanos. O trabalho envolve o exame do histórico funcional, a leitura técnica de PPP e laudos, a verificação da legislação aplicável e a definição da estratégia mais adequada para cada caso — seja na via administrativa, seja na judicial.</p>
<p>Como cada situação depende de documentos e marcos temporais específicos, a orientação é sempre individualizada, com avaliação do caso concreto antes de qualquer providência.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre a aposentadoria especial da GCM</h2>
<h3>O Guarda Civil Metropolitano tem direito à aposentadoria especial?</h3>
<p>Depende do fundamento. Por atividade de risco, o STF (Tema 1057) entende que não há direito constitucional automático — é preciso lei específica do Município. Por exposição a agentes nocivos, é possível buscar o reconhecimento com base na Súmula Vinculante 33 e no Tema 942, desde que haja comprovação.</p>
<h3>O que o STF decidiu no Tema 1057?</h3>
<p>No ARE 1.215.727 (Tema 1057), o STF reafirmou que os guardas civis municipais não possuem direito constitucional à aposentadoria especial por atividade de risco, por ausência de lei que estenda esse benefício à categoria.</p>
<h3>Qual documento comprova a exposição a agentes nocivos?</h3>
<p>Os principais são o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT), além das fichas funcionais que demonstrem a atividade efetivamente desempenhada.</p>
<h3>A EC nº 103/2019 mudou as regras para a GCM?</h3>
<p>Sim. A Reforma da Previdência, em vigor desde 13/11/2019, reorganizou a aposentadoria especial do servidor (art. 40, §§ 4º-A, 4º-B e 4º-C) e remeteu a disciplina à lei complementar de cada ente. Por isso, o período anterior à Reforma costuma seguir regras distintas das do período posterior.</p>
<h3>Recebi uma negativa administrativa. Ainda posso buscar o direito?</h3>
<p>A negativa administrativa não encerra a discussão. Havendo fundamento jurídico e prova adequada, é possível pleitear a revisão na via judicial. A avaliação prévia do caso ajuda a medir as chances e a melhor estratégia.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A aposentadoria especial da GCM de São Paulo não tem uma resposta única: por atividade de risco, o caminho depende de lei municipal; por agentes nocivos, há respaldo na jurisprudência do STF, mediante prova. Conhecer essa diferença evita expectativas equivocadas e orienta o servidor sobre o que realmente pode ser pleiteado.</p>
<p>Se você é Guarda Civil Metropolitano e quer entender a viabilidade do seu caso, o Mello Advogados Trabalhistas está à disposição para a análise da sua situação. Fale pelo WhatsApp <strong>(11) 99856-4520</strong> ou pelo e-mail <strong>hugo@melloadvogados.com.br</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Lei do Descongela: Servidor da PMSP Recupera Quinquênio,</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/lei-descongela-pmsp-quinquenio-sexta-parte-licenca-premio-lc-226-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidor Público]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei Complementar 226/2026 reabriu, em janeiro deste ano, a contagem de tempo de serviço que havia sido suspensa pela LC 173/2020 entre 28/05/2020 e 31/12/2021. Veja quem tem direito, como calcular os 583 dias congelados e o caminho jurídico para garantir o pagamento pela Prefeitura de São Paulo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Lei Complementar nº 226, de 8 de janeiro de 2026</strong> — conhecida nos sindicatos como <em>“Lei do Descongela”</em> — devolveu aos servidores públicos municipais e estaduais o direito de <strong>computar, para fins de <a href="/areas-de-atuacao/">quinquênio</a>, sexta parte e licença-prêmio, o período de 583 dias que havia sido congelado pela LC 173/2020 durante a pandemia da Covid-19</strong>. Para os servidores da Prefeitura de São Paulo (PMSP), incluindo Guardas Civis Metropolitanos e demais carreiras estatutárias, a medida representa a possibilidade concreta de antecipar a percepção dessas vantagens e de reivindicar o pagamento retroativo das diferenças.</p>
<p>Este artigo, escrito por advogados especialistas em <a href="/areas-de-atuacao/">servidor público</a> da PMSP, explica em linguagem direta o que mudou, quem está coberto, como contar os dias congelados, qual é o caminho administrativo e qual o caminho judicial — e como buscar o reconhecimento integral do direito, inclusive com efeitos financeiros retroativos.</p>
<h2>O que é a Lei do Descongela (LC 226/2026)</h2>
<p>Em 28 de maio de 2020, no auge da emergência sanitária, foi sancionada a <strong>Lei Complementar nº 173/2020</strong>, que estabeleceu o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus. Entre as medidas, o artigo 8º vedou aos entes federativos a concessão de progressões e o cômputo de tempo de serviço para fins de adicionais, anuênios, triênios, quinquênios, sexta parte e licença-prêmio, no período de 28/05/2020 a 31/12/2021 — totalizando aproximadamente <strong>583 dias suspensos</strong>.</p>
<p>A LC 173/2020 chegou a ser questionada em diversas ações diretas no Supremo Tribunal Federal (ADIs 6442, 6447, 6450 e 6525), tendo o STF reconhecido a constitucionalidade da regra no julgamento conjunto realizado em 2021. Não obstante, ao longo de 2024 e 2025, os tribunais foram registrando crescente reconhecimento, em decisões individuais, do direito à contagem desse tempo para fins de aquisição posterior de vantagens.</p>
<p>Em janeiro de 2026, o Congresso aprovou e o Presidente da República sancionou a <strong>LC 226/2026</strong>, que <em>expressamente autoriza</em> que Estados, Distrito Federal e Municípios voltem a computar aquele período congelado para todos os fins funcionais — quinquênios, sexta parte, anuênios, triênios e licença-prêmio. A nova norma também faculta aos entes federativos efetuar o pagamento retroativo das diferenças, condicionada à respectiva capacidade orçamentária e à regulamentação local.</p>
<h2>Quem são os servidores PMSP beneficiados</h2>
<p>A medida alcança, dentro do quadro da Prefeitura do Município de São Paulo, todos os servidores ocupantes de cargo efetivo regidos pela Lei nº 8.989/1979 (Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de São Paulo), incluindo:</p>
<ul>
<li>Carreiras administrativas (auxiliares, oficiais administrativos, técnicos, analistas);</li>
<li>Carreira da educação (professores, coordenadores pedagógicos, supervisores escolares — vinculados ao Sinpeem);</li>
<li>Carreira da saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários);</li>
<li>Guarda Civil Metropolitana — GCM (carreira específica, com Estatuto próprio);</li>
<li>Carreira de Auditor Fiscal e cargos da Procuradoria-Geral do Município;</li>
<li>Servidores inativos (aposentados), que também adquirem o tempo computado e podem pleitear revisão da aposentadoria.</li>
</ul>
<p>A regra <strong>também alcança servidores que ingressaram antes de 28/05/2020</strong> e que, em virtude do congelamento, não completaram o ciclo necessário para o quinquênio, a sexta parte ou a licença-prêmio dentro do prazo previsto. Para estes, a contagem retroativa pode antecipar em até 583 dias a aquisição da vantagem.</p>
<h2>Direitos restabelecidos: o que pode ser reivindicado</h2>
<h3>1. Quinquênio (Adicional por Tempo de Serviço)</h3>
<p>O quinquênio é o adicional de 5% sobre o vencimento-base concedido a cada cinco anos completos de efetivo exercício no serviço público municipal. Com a LC 226/2026, os 583 dias antes excluídos voltam a integrar a contagem, antecipando a data de aquisição do próximo quinquênio para muitos servidores em até um ano e sete meses.</p>
<p>Para o servidor que estava prestes a completar o quinquênio em 2024, por exemplo, o reconhecimento retroativo pode significar diferenças financeiras acumuladas de até <strong>18 meses de adicional</strong>, com reflexos sobre férias, 13º salário e gratificação natalina.</p>
<h3>2. Sexta Parte</h3>
<p>A sexta parte é vantagem prevista no artigo 129 da Constituição Estadual de São Paulo, replicada na legislação municipal: concede ao servidor, ao completar 20 anos de efetivo exercício, um acréscimo correspondente a 1/6 (16,67%) sobre o vencimento integral. Os 583 dias congelados, agora restituídos, podem antecipar o direito à sexta parte ou aumentar a base de cálculo para os que já a percebem em valor inferior ao devido.</p>
<h3>3. Licença-Prêmio</h3>
<p>A licença-prêmio é o direito a 90 dias de afastamento remunerado a cada cinco anos ininterruptos de efetivo exercício, conforme o art. 192 do Estatuto do Servidor Municipal. Pode ser usufruída em natureza (gozo) ou convertida em pecúnia, especialmente para servidores em vias de aposentadoria. O descongelamento devolve a contagem do quinquênio aquisitivo, com possibilidade de antecipação ou de pagamento das parcelas convertidas em pecúnia.</p>
<h3>4. Anuênio e Triênio (carreiras específicas)</h3>
<p>Algumas carreiras na PMSP possuem regramento de anuênio (1% a cada ano) ou triênio (3% a cada três anos). Esses adicionais também voltam a ser computados com a LC 226/2026, na mesma sistemática.</p>
<h2>Como contar os 583 dias congelados</h2>
<p>O período suspenso corresponde a <strong>28 de maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021</strong>. Em dias corridos, isso totaliza:</p>
<ul>
<li>De 28/05/2020 a 31/12/2020 = 218 dias;</li>
<li>Ano de 2021 inteiro = 365 dias;</li>
<li><strong>Total: 583 dias</strong> (equivalente a 1 ano, 7 meses e 3 dias).</li>
</ul>
<p>Esse período, com a LC 226/2026, volta a integrar o tempo de efetivo exercício para todos os fins funcionais — exceto, claro, os pagamentos que já haviam sido feitos antes do congelamento, que permanecem incólumes.</p>
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<img decoding="async" width="1417" height="949" src="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp.jpg" alt="Sede da Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP) — instituição que precisa regulamentar localmente a aplicação da Lei do Descongela aos servidores" class="wp-image-26585" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp.jpg 1417w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp-300x201.jpg 300w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp-1024x686.jpg 1024w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp-768x514.jpg 768w" sizes="(max-width: 1417px) 100vw, 1417px" /><figcaption>A regulamentação local pela PMSP é o passo pendente para liberar o pagamento retroativo aos servidores.</figcaption></figure>
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<img decoding="async" src="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2025/03/prefeitura_Sp.jpg" alt="Sede da Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP) — instituição que precisa regulamentar localmente a aplicação da Lei do Descongela aos servidores" class="wp-image-26585" width="1200" height="630" /><figcaption>A regulamentação local pela PMSP é o passo pendente para liberar o pagamento retroativo aos servidores.</figcaption></figure>
<h2>Quando a PMSP vai pagar? Cenário atual</h2>
<p>A LC 226/2026 autorizou a contagem retroativa, porém condicionou o pagamento das diferenças à <strong>capacidade orçamentária e à edição de regulamentação local</strong>. Na prática, isso significa que cada Município — incluindo a PMSP — precisa publicar lei ou decreto municipal específico para liberar os pagamentos retroativos.</p>
<p>Em São Paulo, sindicatos como o Sinpeem, o Sindsep e o Sinesp já protocolaram requerimentos junto à Secretaria Municipal de Gestão pleiteando a aplicação automática da lei federal e o pagamento retroativo desde a data em que cada servidor adquiriu o direito. Até o momento, contudo, a Prefeitura ainda não publicou ato normativo definitivo, o que sustenta a tendência de <strong>judicialização individual</strong> dos casos em que a Administração demore ou se recuse a aplicar a lei federal.</p>
<h2>O que fazer agora: orientação prática</h2>
<h3>Passo 1 — Reúna seus documentos funcionais</h3>
<p>Solicite no Portal do Servidor da PMSP, ou junto à respectiva Coordenadoria de Recursos Humanos, sua ficha funcional atualizada, com:</p>
<ul>
<li>Data de ingresso no serviço público municipal;</li>
<li>Histórico de progressões, quinquênios e sexta parte já concedidos;</li>
<li>Períodos de afastamentos sem remuneração (que se descontam, normalmente);</li>
<li>Eventual registro do período congelado pela LC 173/2020.</li>
</ul>
<h3>Passo 2 — Faça o requerimento administrativo</h3>
<p>Antes da via judicial, é recomendável formular requerimento administrativo dirigido à Secretaria Municipal de Gestão, com fundamento direto na LC 226/2026, pleiteando: (i) o cômputo do tempo congelado para fins de quinquênio, sexta parte e licença-prêmio; (ii) o pagamento das diferenças retroativas a partir da data de aquisição do direito. A negativa expressa ou o silêncio por prazo razoável (60 a 90 dias) autoriza a propositura da ação judicial.</p>
<h3>Passo 3 — Avalie a propositura de ação judicial individual</h3>
<p>A jurisprudência paulista vem reconhecendo, em ações declaratórias e mandados de segurança, o direito do servidor à contagem do tempo congelado. Após a vigência da LC 226/2026, esse cenário deve se consolidar de forma ainda mais favorável ao servidor, com pedidos de tutela antecipada para imediata averbação do tempo na ficha funcional e pagamento das diferenças vincendas, sem prejuízo das parcelas retroativas observada a prescrição quinquenal (Súmula 85 do STJ).</p>
<h2>Como o Mello Advogados pode ajudar</h2>
<p>O escritório <strong>Hardy de Mello Advogados</strong>, com atuação consolidada em direito do servidor público da PMSP e de municípios da Grande São Paulo (São Caetano do Sul, Santo André, São Bernardo do Campo), conduz há mais de uma década ações de reconhecimento de quinquênios, sexta parte, licença-prêmio e demais vantagens estatutárias. Estamos atentos à evolução normativa pós-LC 226/2026 e oferecemos análise individualizada de cada ficha funcional, sem custos para o exame inicial.</p>
<p>Caso você seja servidor público da PMSP, da GCM, da Secretaria de Educação, da Secretaria de Saúde ou de outra carreira municipal, e tenha dúvidas sobre o impacto da Lei do Descongela no seu caso concreto, entre em contato pelos canais abaixo para uma avaliação preliminar.</p>
<h2>Perguntas Frequentes (FAQ)</h2>
<p><strong>1. A LC 226/2026 vale automaticamente para os servidores PMSP?</strong><br />Sim, a lei federal tem vigência imediata, mas o pagamento das diferenças retroativas depende de regulamentação local. Em muitos casos, será necessário ingressar com ação judicial individual para garantir a aplicação.</p>
<p><strong>2. Servidores aposentados também têm direito ao descongelamento?</strong><br />Sim. Para aposentados, o reconhecimento pode implicar revisão de proventos, especialmente nos casos em que o quinquênio ou a sexta parte não foram computados integralmente na data da inativação.</p>
<p><strong>3. Qual é o prazo prescricional para reivindicar diferenças retroativas?</strong><br />O prazo é de cinco anos, contados a partir do vencimento de cada parcela mensal (Súmula 85 do STJ — não corre prescrição enquanto o direito permanecer renovável mês a mês).</p>
<p><strong>4. Preciso esperar a PMSP regulamentar para entrar com ação?</strong><br />Não. A LC 226/2026 já está em vigor. Se a Administração não estiver aplicando a lei federal, é cabível ação judicial para reconhecimento do direito.</p>
<p><strong>5. Quanto pode receber, em média, um servidor com 10 anos de PMSP?</strong><br />Depende do cargo, vencimento-base e número de quinquênios já concedidos. Em consultas no escritório, encontramos diferenças líquidas que variam de R$ 6.000 a R$ 25.000 considerando apenas as parcelas retroativas dos últimos cinco anos.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A Lei do Descongela (LC 226/2026) representa uma janela importante para servidores da PMSP recuperarem direitos suspensos durante a pandemia. O cenário atual demanda atenção a dois movimentos paralelos: (i) acompanhamento da edição de regulamentação municipal, que pode antecipar a solução administrativa; e (ii) avaliação caso a caso da conveniência de ação judicial individual, especialmente para servidores próximos de aposentadoria ou cuja Administração esteja demorando em aplicar a nova lei.</p>
<p>Para uma avaliação técnica individualizada, entre em contato com o escritório <strong>Hardy de Mello Advogados</strong> pelo WhatsApp <strong>(11) 99856-4520</strong> ou pelo e-mail <strong>hugo@melloadvogados.com.br</strong>. Atendemos servidores da PMSP e dos demais municípios da Grande São Paulo.</p>
<p><script type="application/ld+json">{"@context":"https://schema.org","@type":"Article","headline":"Lei do Descongela: Servidor da PMSP Recupera Quinquênio, Sexta Parte e Licença-Prêmio (LC 226/2026)","author":{"@type":"Person","name":"Hugo Vitor Hardy de Mello","jobTitle":"Advogado OAB/SP 306.032"},"publisher":{"@type":"LegalService","name":"Mello Advogados Trabalhistas","url":"https://www.melloadvogados.com.br"},"datePublished":"2026-05-14","about":["Lei Complementar 226/2026","Servidor Público PMSP","Quinquênio","Sexta Parte","Licença-Prêmio"]}</script></p>
<p><script type="application/ld+json">{"@context":"https://schema.org","@type":"FAQPage","mainEntity":[{"@type":"Question","name":"A LC 226/2026 vale automaticamente para os servidores PMSP?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"Sim, a lei federal tem vigência imediata, mas o pagamento das diferenças retroativas depende de regulamentação local. Em muitos casos, será necessário ingressar com ação judicial individual para garantir a aplicação."}},{"@type":"Question","name":"Servidores aposentados também têm direito ao descongelamento?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"Sim. Para aposentados, o reconhecimento pode implicar revisão de proventos, especialmente nos casos em que o quinquênio ou a sexta parte não foram computados integralmente na data da inativação."}},{"@type":"Question","name":"Qual é o prazo prescricional para reivindicar diferenças retroativas?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"O prazo é de cinco anos, contados a partir do vencimento de cada parcela mensal, conforme Súmula 85 do STJ."}},{"@type":"Question","name":"Preciso esperar a PMSP regulamentar para entrar com ação?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"Não. A LC 226/2026 já está em vigor. Se a Administração não estiver aplicando a lei federal, é cabível ação judicial para reconhecimento do direito."}},{"@type":"Question","name":"Quanto pode receber um servidor com 10 anos de PMSP?","acceptedAnswer":{"@type":"Answer","text":"Depende do cargo, vencimento-base e número de quinquênios já concedidos. Em consultas no escritório, encontramos diferenças líquidas que variam de R$ 6.000 a R$ 25.000 considerando apenas as parcelas retroativas dos últimos cinco anos."}}]}</script></p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é descongela servidor pmsp?</h3>
<p>Para os servidores da Prefeitura de São Paulo (PMSP), incluindo Guardas Civis Metropolitanos e demais carreiras estatutárias, a medida representa a possibilidade concreta de antecipar a percepção dessas vantagens e de reivindicar o pagamento retroativo das diferenças.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>O que é a Lei do Descongela (LC 226/2026) </p>
<p> Em 28 de maio de 2020, no auge da emergência sanitária, foi sancionada a  Lei Complementar nº 173/2020 , que estabeleceu o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>
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		<title>Estabilidade Acidente de Trabalho: Veja os Requisitos,</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/estabilidade-acidente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 22:06:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>acidente de trabalho estabilidade,</p>
<p>estabilidade apos acidente de trabalho,</p>
<p>estabilidade de acidente de trabalho,</p>
<p>estabilidade acidente do trabalho,</p>
<p>acidente de trabalho gera estabilidade,</p>
<p>Qual a estabilidade da CAT?,</p>
<p>Quando um funcionário abre o CAT qual é a estabilidade no emprego?,</p>
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<p>auxílio acidente de trabalho,</p>
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<p>estabilidade da cat,bilidade Acidente de Trabalho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar sobre estabilidade provisória após o trabalhador sofrer um <a href="/areas-de-atuacao/">acidente de trabalho</a>? </p>



<p>Neste artigo você saberá  todos os detalhes e também sobre os dois requisitos necessários para que o trabalhador consiga gozar do direito de estabilidade após <a href="http://www.melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-meus-direitos">se machucar em um acidente de trabalho</a> e quais são as implicações da estabilidade no campo do direito do trabalho e previdenciário.</p>



<p>Acompanhe o artigo que o advogado Hugo Vitor Hardy de Mello, especialista em assuntos trabalhistas e previdenciários há mais de 11 anos, preparou com riqueza de detalhes para que você saiba como funciona a<a href="http://melloadvogado.com.br/estabilidade-acidente-de-trabalho"> estabilidade ao sofrer um acidente de trabalho</a>.</p>



<p> <strong>Assista também o vídeo mais completo de informações para esclarecer mais as suas dúvidas sobre o acidente de trabalho:</strong> </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="ACIDENTE DE TRABALHO 2022:  Direitos de quem sofreu acidente do trabalho: CAT estabilidade beneficio" width="760" height="428" src="https://www.youtube.com/embed/Zo1m9CD6v-w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>O <a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho/">Advogado de Acidente de Trabalho</a> Hugo Vitor traz uma imersão à todas as informações dos direitos de quem sofre um acidente na empresa, assista!</figcaption></figure>



<ul class="wp-block-list"><li>O empregado que sofre um acidente de trabalho tem direito à estabilidade?</li><li>Todo acidente gera ao empregado o direito à estabilidade no emprego?</li><li>Quanto tempo dura essa estabilidade? </li><li>A doença ocupacional também gera o direito à estabilidade?</li><li>E um acidente de trajeto quando empregado para ir trabalhar ou voltando do trabalho?</li></ul>



<p>Essas e outras perguntas são as mais recorrentes quando falamos sobre estabilidade após a ocorrência do acidente de trabalho. Veja a seguir todos os tópicos 100% descritivos para que você tenha melhor compreensão desse assunto:</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. O que é Acidente do Trabalho?</h2>



<p>Ou melhor dizendo, todo empregado que sofre acidente de trabalho tem direito à estabilidade? para responder essa pergunta primeiro você precisa saber o que é um acidente de trabalho.</p>



<p>A Lei 8.213 de 1991 no seu artigo 19, conceitua acidente de trabalho como sendo aquele que o trabalhador sofre um exercício de suas fusões durante o trabalho, que causa lesão ou perturbação de membro morte e que causa de forma provisória ou permanente a sua incapacidade para o trabalho.</p>



<p>Traduzindo é aquele que o empregado está trabalhando no horário de trabalho no estabelecimento do empregador e sofre um acidente de trabalho, esse é o que a gente chama de acidente típico.</p>



<p>Por exemplo, o trabalhador está martelando um prego martelo e o dedo quebrou, isto é um acidente típico.</p>



<p>A doença ocupacional e o acidente de trajeto também se equiparam e são considerados acidentes equiparados ao acidente de trabalho que também podem gerar a estabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading" style="font-size:28px">2. Acidente de Trabalho tem Estabilidade?</h3>



<p>No artigo 118 da lei 8.213 de 1991, também conhecida como lei de benefícios, conceitua a estabilidade provisória nos seguintes termos:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> “Assegurar que quem sofrer um acidente do trabalho tem garantia pelo prazo mínimo de 12 meses e a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa após a cessação do auxílio-doença acidentário independentemente da percepção de auxílio acidente.”</p></blockquote>



<p>Além disso, há uma súmula nº 378 do TST tribunal superior do trabalho que também fala a respeito da estabilidade acidentária.</p>



<p>O objetivo da estabilidade acidentária é justamente assegurar o empregado que sofreu algum tipo de acidente do trabalho ou até mesmo equiparada uma doença ocupacional uma estabilidade provisória de no mínimo 12 meses após ter o seu auxílio-doença acidentário cessado.</p>



<h3 class="wp-block-heading" style="font-size:28px">3. Auxílio-doença Acidentário, Como Receber?</h3>



<p>Afinal o que que é um auxílio-doença acidentário?</p>



<p>O  Auxílio-doença acidentário é concedido pelo INSS ao trabalhador que sofreu algum tipo de acidente de trabalho ou também possui algum tipo de doença ocupacional.</p>



<p>A importância deste auxílio é justamente pela concessão posterior da estabilidade por durante 12 meses.</p>



<p>Nos casos em que o trabalhador possui o direito de receber o benefício acidentário e está recebendo o benefício previdenciário, quando ele retornar ao trabalho ele corre o risco de ter sua demissão pelo empregador.</p>



<p>Esta é uma situação bem comum acontecer e sendo assim o trabalhador terá que fazer um recurso administrativo e discutir dentro do próprio INSS.</p>



<p>Caso não tenha nenhum sucesso nesse sentido, o trabalhador pode até ingressar com uma reclamação trabalhista cobrando o período de estabilidade da empresa.</p>



<p>É necessário que o trabalhador junte toda documentação que comprove a doença ocupacional, acidente de trajeto ou acidente típico de trabalho mesmo.</p>



<p>Caso a empresa se recusar a abrir a CAT, basta o próprio empregado abrir esse documento no site e realizar a abertura preenchendo as informações necessárias.</p>



<p>Além disso é bem importante ter em mãos a carta de comunicação de acidente de trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading" style="font-size:28px">4. Quanto tempo de afastamento gera estabilidade e Quais são os Requisitos para ter Direito?</h3>



<p>O empregado que sofre um acidente de trabalho possui direito à estabilidade quando ele preencher cumulativamente 2 requisitos:</p>



<p>&#8211; O primeiro deles é que o afastamento médico através de um atestado seja superior a 15 dias, caso o trabalhador fique afastado pelo médico por menos de 15 dias, o mesmo não terá direito a estabilidade.</p>



<p>&#8211; O segundo requisito é que se o trabalhador receber o auxílio-doença acidentário é diferente do auxílio-doença comum.</p>



<p>O auxílio-doença é comum e não gera direito à estabilidade, apenas o auxílio-doença acidentário permite que o trabalhador adquira também a estabilidade se o afastamento dele foi <strong>superior a 15 dias.</strong></p>



<p>Deste modo, a empresa precisa comunicar o acidente de trabalho ocorrido através do que é o que a gente chama de <a href="https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/">CAT Acidente de Trabalho</a> (Comunicação de Acidente de Trabalho) para que o trabalhador receba o auxílio-doença na modalidade acidentária.</p>



<p>Vamos imaginar que o trabalhador ficou afastado por 15 dias, ao retornar ao trabalho no 16º dia, a partir deste dia contam-se mais 12 meses que é o período de estabilidade.</p>



<p>Então ao cessar o auxílio-doença acidentário e o trabalhador retornar ao trabalho inicia-se a contagem do prazo da estabilidade por 12 meses.</p>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:28px">5. Estabilidade Por Acidente de Trabalho: Como Funciona?</h1>



<p>Os 2 requisitos para que o trabalhador adquira a estabilidade é primeiro que o seu afastamento seja superior a 15 dias e que ele já tenha recebido auxílio-doença acidentário.</p>



<p>Afastamento superior a 15 dias e que ele recebe o afastamento o auxílio-doença acidentário </p>



<p>Lembrando que o auxílio-doença comum não dá o direito ao empregado que sofre acidente de trabalho no curso do contrato por prazo determinado.</p>



<p>Em caso de aviso prévio, da mesma forma o trabalhador adquire a estabilidade, conforme a vigência da súmula 378, que é de suma importância.</p>



<p>Caso necessite de um auxílio jurídico, conte sempre com um<a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho"> advogado de acidente do trabalho</a> de confiança que possa te proporcionar a garantia de informações confiáveis e verídicas para que se obter devidamente os seus direitos.</p>



<p><strong>Neste vídeo a seguir, você saberá tudo sobre o acidente de trabalho, direitos, indenização e estabilidade. Confira!</strong> </p>



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<iframe loading="lazy" title="Me machuquei no trabalho quais meus direitos? - 05 dicas sobre os direitos de quem sofreu acidente" width="760" height="428" src="https://www.youtube.com/embed/2k4Zee_wMWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>  O <a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho/">Advogado de Acidente de Trabalho</a> Hugo Vitor traz uma imersão à todas as informações dos direitos de quem sofre um acidente na empresa, assista!  </figcaption></figure>



<p> Você pode também ler outros artigos mais lidos e acessados no nosso site relacionados ao assunto de acidente do trabalho a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho/">Advogado Acidente de Trabalho: Veja Aqui Quais São os Seus Direitos e os Deveres da Empresa</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/estabilidade-cat-como-funciona/">Estabilidade CAT, Como Funciona? Saiba Tudo Sobre Prazo e Como Funciona Esse Direito a Seguir!</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos/">Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? Veja os 05 Direitos Que Você Possui!</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/">CAT Acidente de Trabalho: Veja Absolutamente Tudo Sobre a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)</a></li></ul>


<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é estabilidade acidente trabalho?</h3>
<p>Você já ouviu falar sobre estabilidade provisória após o trabalhador sofrer um acidente de trabalho?</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>Acompanhe o artigo que o advogado Hugo Vitor Hardy de Mello, especialista em assuntos trabalhistas e previdenciários há mais de 11 anos, preparou com riqueza de detalhes para que você saiba como funciona a  estabilidade ao sofrer um acidente de trabalho .</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>

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		<title>CAT Acidente de Trabalho: Veja Absolutamente Tudo Sobre a</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 19:27:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Comunicado de acidente de trabalho, mais conhecido como Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) serve para comprovar a ocorrência de um acidente de trabalho de trajeto ou…</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Comunicado de <a href="/areas-de-atuacao/">acidente de trabalho</a>, mais conhecido como Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) serve para comprovar a ocorrência de um acidente de trabalho de trajeto ou uma doença ocupacional.&nbsp;</p>



<p>Se você sofreu um acidente de trabalho ou conhece alguém que está passando por esse tipo de situação, precisa entender que a comunicação não é simplesmente informar oralmente para o patrão, e sim registrar formalmente no INSS.</p>



<p>A <a href="https://corarafaella.jusbrasil.com.br/artigos/1377011988/comunicado-de-acidente-de-trabalho-veja-tudo-sobre-a-comunicacao-de-acidente-de-trabalho-cat">Comunicação de Acidente de acidente</a> é um registro formal conhecida popularmente conhecida como CAT.</p>



<p>Este documento é muito útil, pois o INSS consegue também monitorar e estimar a quantidade de acidentes de trabalho ocorridos no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Nos próximos tópicos, forneceremos informações valiosíssimas de todo o procedimento da CAT.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Advogado de Acidente do Trabalho, como ele pode auxiliar?</h2>



<p>Sempre bom lembrar que o acidente do trabalho não se trata apenas de valores monetários e sim valores que dizem também respeito à vida do ser humano.</p>



<p>O acidente do trabalho impacta em diversas áreas da vida do trabalhador muitas vezes, deixando marcas eternas.</p>



<p>Além das questões financeiras, o acidente de trabalho também envolve questões emocionais, traumas psicológicos e em muitas situações, dependência de outras pessoas para seus afazeres.</p>



<p>Em momentos delicados como este, o advogado do acidente de trabalho, <a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-trabahista">advogado trabalhista</a> ou previdenciarista é o profissional mais adequado para resolver conflitos tão delicados como um acidente de trabalho.</p>



<p>O <a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho">advogado de acidente de trabalho</a>, é o melhor conhecedor das leis que envolvem o trabalhador e é especializado no assunto para fornecer ao seu cliente as melhores instruções para que ele receba todos os seus benefícios devidamente.</p>



<p>Por isso, conte sempre com um advogado especialista e de sua confiança para maiores chances de um processo de sucesso.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Veja o nosso vídeo no Youtube onde o advogado especialista em acidente do trabalho esclarece todas as suas dúvidas com relação aos seus direitos:</h5>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Me machuquei no trabalho quais meus direitos? - 05 dicas sobre os direitos de quem sofreu acidente" width="760" height="428" src="https://www.youtube.com/embed/2k4Zee_wMWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<h2 class="wp-block-heading">2. Quando deve ser feito o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT)?</h2>



<p>A comunicação de acidente de trabalho (CAT) deve ser emitida sempre que ocorrer um acidente de trabalho ou uma doença profissional ou ainda o óbito do segurado.</p>



<p>O prazo para emissão da comunicação de acidente de trabalho é de 1 dia útil após a ocorrência do evento.&nbsp;</p>



<p>Em caso de óbito do segurado a comunicação de acidente de trabalho deve ser emitida imediatamente.</p>



<p>É importante mencionar que ainda que não se não tenha sido emitida a comunicação de acidente de trabalho, não quer dizer que o trabalhador não tenha condições de comprovar ele falou outros meios a ocorrência do acidente&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Quem é Responsável pelo Preenchimento da CAT?</h2>



<p>A emissão da da CAT é de obrigação do empregador.</p>



<p>Caso não haja emissão no tempo adequado o empregador pode estar sujeito à multa pelo INSS.</p>



<p>De acordo com o Decreto nº 3.048/1999, o valor da multa varia entre o valor mínimo e máximo do salário de contribuição, por cada acidente que não foi comunicado dentro do prazo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em><strong>Art. 1º A</strong> Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), de que trata o art. 22 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, será cadastrada exclusivamente em meio eletrônico:</em></p><p><em><strong>I &#8211; </strong>pelo eSocial, na forma estabelecida no Manual de Orientação do eSocial (MOS), disponível no sítio eletrônico do eSocial na internet, a partir da obrigatoriedade do evento S-2210 para o emissor da CAT, nos seguintes casos:</em></p><p><em><strong>a) </strong>o empregador, em relação aos seus empregados;</em></p><p><em><strong>b)</strong> o empregador doméstico, em relação aos seus empregados domésticos; e</em></p><p><em><strong>c) </strong>a empresa tomadora de serviço ou, na sua falta, o sindicato da categoria ou o órgão gestor de mão-de-obra, em relação ao trabalhador avulso;</em></p><p></p></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">4. Como funciona o procedimento do CAT?</h2>



<p>Existem três tipos de Comunicação de Acidente de Trabalho:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>CAT Inicial:</strong> é emitida em casos de acidente de trabalho típico, de trajeto ou de doença profissional;</li><li><strong>CAT de Reabertura:</strong> é utilizada para casos de agravamento de lesão por doença do trabalho;</li><li><strong>CAT de Comunicação de Óbito:</strong> deve ser emitido imediatamente pelo empregador.&nbsp;</li></ul>



<p>A partir do dia primeiro da ocorrência do acidente de trabalho, é o início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual.</p>



<p>O segundo o dia ocorre o afastamento obrigatório, em casos de enfermidade contagiosa ou incapacidade total.</p>



<p>E no terceiro dia, é quando ocorre a realização do diagnóstico do trabalhador através de uma perícia médica para melhor análises de todas as circunstâncias que levaram à ocorrência do acidente do trabalho e os acometimentos físicos ao trabalhador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Quando a Empresa se Recusa a Emitir a CAT Quem Pode Emiti-la?</h2>



<p>Em casos em que a empresa se recusa a realizar a emissão da CAT, ela pode ser emitida pelo sindicato, médico ou por autoridade, no caso de juiz e promotores. </p>



<p>É claro que se o empregador não emitir o comunicado, outras pessoas também podem emitir e até mesmo o próprio acidentado.</p>



<p>No caso de morte, os dependentes, o sindicato da categoria o médico que prestaram atendimento ao acidentado podem também realizar a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho.</p>



<p>Nesse modo apesar de não ser o único documento apto a comprovar a ocorrência de um acidente de trabalho a CAT é muito importante para para que a pessoa consiga demonstrar perante o INSS a ocorrência de um acidente de trabalho ou uma doença profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. O que é necessário para fazer o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT)?</h2>



<p>O registro da CAT pode ser feito em um aplicativo disponibilizado pelo INSS em seu site.</p>



<p>Para tanto, o interessado deve fazer o download desse arquivo preencher o formulário e apresentar na agência do INSS.</p>



<p>É imprescindível que no momento do preenchimento do comunicado de acidente de trabalho, o trabalhador esteja atento à informação que se pede, descrito como <strong>&#8220;CID-10&#8221;</strong>, que significa Código Internacional de Doenças, categorias de doenças.</p>



<p>Classificando cada doença e suas particularidades, como por exemplo:</p>



<p><strong>T14 &#8211; Traumatismo de região não especificada do corpo</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em><strong>T14 &#8211;</strong> Traumatismo de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14&nbsp;&nbsp;</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Traumatismo de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.0&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; Traumatismo superficial de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.1&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; Ferimento de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.2&nbsp;&nbsp; </strong>&nbsp; Fratura de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.3&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; Luxação, entorse e distensão de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.4</strong>&nbsp;&nbsp; &nbsp; Traumatismo de nervo(s) de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.5</strong>&nbsp;&nbsp; &nbsp; Traumatismo de vaso(s) sangüíneo(s) de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.6</strong>&nbsp;&nbsp; &nbsp; Traumatismo de músculos e tendões de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.7</strong>&nbsp;&nbsp; &nbsp; Traumatismo por esmagamento e amputação traumática de regiões não especificadas do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.8&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; Outros traumatismos de região não especificada do corpo</em></p><p><em><strong>CID 10 &#8211; T14.9&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; Traumatismo não especificado</em></p></blockquote>



<p>Caso não seja possível efetuar a emissão através da internet, é possível que interessado se dirija a uma agência do INSS retire o formulário para para que seja preenchido à mão todos os campos com as seguintes informações:</p>



<p><strong>1.</strong> Dados de Identificação</p>



<p><strong>1.1.</strong> Emitente</p>



<p><strong>1.2</strong>. Tipo de CAT</p>



<p><strong>2.</strong> Dados do Empregador</p>



<p><strong>3.</strong> Dados do Acidentado</p>



<p><strong>4.</strong> Acidente ou Doença</p>



<p><strong>5.</strong> Informações do Atestado Médico</p>



<p><strong>6.</strong> Atendimento </p>



<p><strong>7.</strong> Lesão</p>



<p><strong>8.</strong> Diagnóstico </p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Qual a estabilidade da CAT?</h2>



<p> O objetivo da <a href="https://melloadvogados.com.br/estabilidade-acidente-de-trabalho/">estabilidade do acidente de trabalho</a> é justamente assegurar o empregado que sofreu algum tipo de acidente do trabalho ou até mesmo equiparada uma doença ocupacional uma estabilidade provisória de no mínimo 12 meses após ter o seu auxílio-doença acidentário cessado. </p>



<p>Deste modo, a empresa precisa comunicar o acidente de trabalho ocorrido através do que é o que a gente chama de <a href="https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/">CAT Acidente de Trabalho</a> (Comunicação de Acidente de Trabalho) para que o trabalhador receba o auxílio-doença na modalidade acidentária.</p>



<p>Vamos imaginar que o trabalhador ficou afastado por 15 dias, ao retornar ao trabalho no 16º dia, a partir deste dia contam-se mais 12 meses que é o período de estabilidade.</p>



<p>Então ao cessar o auxílio-doença acidentário e o trabalhador retornar ao trabalho inicia-se a contagem do prazo da estabilidade por 12 meses.</p>



<p><strong>Para um melhor entendimento, veja mais detalhes sobre informações importantes fornecidas sobre o Comunicado de Acidente de Trabalho pelo advogado especialista Hugo Vitor Hardy de Mello:</strong></p>



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</div></figure>



<p> Você pode também ler outros artigos mais lidos e acessados no nosso site relacionados ao assunto de acidente do trabalho a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos/">Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? Veja os 05 Direitos Que Você Possui!</a></li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho/">Advogado Acidente de Trabalho: Veja Aqui Quais São os Seus Direitos e os Deveres da Empresa</a>!</li><li><a href="https://melloadvogados.com.br/estabilidade-acidente-de-trabalho/">Estabilidade Acidente de Trabalho: Veja os Requisitos, Prazo para Afastamento e Durabilidade do Benefício.</a></li></ul>


<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é acidente trabalho veja?</h3>
<p>O Comunicado de acidente de trabalho, mais conhecido como Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) serve para comprovar a ocorrência de um acidente de trabalho de trajeto ou uma doença ocupacional.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>Se você sofreu um acidente de trabalho ou conhece alguém que está passando por esse tipo de situação, precisa entender que a comunicação não é simplesmente informar oralmente para o patrão, e sim registrar formalmente no INSS.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>

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		<item>
		<title>Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? Veja</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 05:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? 2023  Quando a pessoa se machuca no trabalho pode ser mandado embora?<br />
Quando um funcionário se machuca dentro da empresa o que deve ser feito?<br />
Quem se machucou no trabalho tem direito?<br />
Quais os tipos de lesões que resultam em afastamento do trabalho?</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos/">Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? Veja</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? Veja os 05 Direitos Que Você Possui</strong> <strong>A Seguir!</strong></p>



<p>Você sabia que a cada 48 segundos uma pessoa sofre um <a href="/areas-de-atuacao/">acidente de trabalho</a> e que um trabalhador morre a cada 4 horas no exercício da sua profissão?&nbsp;</p>



<p>Esses números são reflexos das más condições de trabalho, falhas técnicas ou humanas e é por isso&nbsp;que iremos esclarecer tudo o que você precisa saber sobre seus direitos.</p>



<p>O acidente de trabalho ocorre no exercício das suas tarefas seja por causa humana, técnica ou no uso de equipamentos podendo até causar a morte do funcionário.</p>



<p>No caso da doença ocupacional está ligada a doenças que se desenvolvem por causa da sua profissão, como por exemplo carregamento de carga, movimentos repetitivos entre outros.&nbsp; &nbsp;</p>



<p>Por sua vez, o acidente de trajeto está ligado ao acidente que ocorre no percurso entre a residência e o trabalho ou entre o trabalho e a residência que podem acarretar lesões temporárias ou permanentes ao trabalhador.</p>



<p>Veja agora algumas questões comuns que surgem entre os trabalhadores que sofre um acidente de trabalho:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quando a pessoa se machuca no trabalho pode ser mandado embora?</li><li>Quando um funcionário se machuca dentro da empresa o que deve ser feito?</li><li>Quem se machucou no trabalho tem direito?</li></ul>



<p>E agora, me machuquei no trabalho, quais são os meus direitos no ano de 2023? Alguma lei alterou? Veja nos próximos parágrafos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos? [2023]</h3>



<p>E agora?  Me machuquei no trabalho, quais são os meus direitos?  </p>



<p>Para saber mais, veja o nosso vídeo no Youtube onde o advogado especialista em acidente do trabalho esclarece todas as suas dúvidas com relação aos seus direitos:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Me machuquei no trabalho quais meus direitos? - 05 dicas sobre os direitos de quem sofreu acidente" width="760" height="428" src="https://www.youtube.com/embed/2k4Zee_wMWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Assista o vídeo<a href="https://melloadvogados.com.br/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos"> &#8220;Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos?&#8221; </a>para melhor compreensão de cada passo a ser tomado em situações de acidente de trabalho! </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem Machuca no Trabalho Tem Direito? Como Proceder?</h2>



<p>O trabalhador que sofre um acidente de trabalho possui&nbsp;uma série de direitos que são: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Direito à emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT);</li><li>Caso o trabalhador precise se afastar do serviço por mais de 15 dias, o trabalhador ainda pode ter direito de gozar da estabilidade de 12 meses, não podendo ser mandado embora;</li><li>Recebimento do benefício Auxílio-Doença Acidentário; </li><li>Em muitos casos, é possível o recebimento de uma pensão vitalícia até a aposentadoria.</li></ul>



<p>Além desses direitos, o trabalhador também pode receber uma indenização ou outras indenizações pagas pelo empregador, como danos morais, materiais, estéticos e até psicológicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se machuca no Trabalho? O que Fazer?</h2>



<p>Antes de mais nada, o trabalhador que sofreu um <a href="https://corarafaella.jusbrasil.com.br/artigos/1369029481/me-machuquei-no-trabalho-quais-sao-os-meus-direitos-veja-os-05-direitos-a-seguir">acidente de trabalho</a> deve ficar atento para buscar os direitos que possui.</p>



<p>Muitos trabalhadores não possuem as informações necessárias sobre o que fazer e a quem recorrer.</p>



<p>Em todo acidente, seja ele de qual for a natureza, é de obrigação por parte do empregador a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).</p>



<p>Caso o empregador não cumpra essa determinação, ficará sujeito ao pagamento de uma multa, conforme estipulado pela lei: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Art. 22.&nbsp; A empresa ou o empregador doméstico deverão comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela Previdência Social.</em></p></blockquote>



<p>A seguir, iremos explicar detalhadamente sobre como o CAT funciona e sobre todos os direitos que o trabalhador possui. Veja!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se machuca no serviço por Negligência da Empresa?</h2>



<p>Em casos de acidentes que acontecem no trabalho, muitos pontos devem ser considerados.</p>



<p>No trâmite do processo trabalhista do acidente de trabalho, será necessária a comprovação do dano através de uma realização de perícia médica por um profissional competente.</p>



<p>Outras questões a se considerar são o nexo de causalidade e a gravidade da lesão sofrida pelo trabalhador.</p>



<p>Em casos que o empregador não tenha adotado todas as medidas de segurança necessárias ou qualquer outra falha técnica e mecânica, pode se caracterizar como negligência, omissão e descaso com o trabalhador.</p>



<p>Desta forma, o funcionário possui direito a receber de uma à duas indenizações, veja qual delas você pode ter direito a seguir:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem sofre acidente no trabalho tem direito à Indenização?</h2>



<p>Todo acidente que envolva o sofrimento do trabalhador, é passível de indenização estipulada pela lei.</p>



<p>A indenização pode ser por dano estético, quando o trabalhador fica com uma cicatriz, por exemplo. </p>



<p>Mas pode ser também pela perda da <strong>capacidade de trabalho</strong> em decorrência do acidente sofrido.</p>



<p>Do mesmo modo, o trabalhador que sofre um acidente de trabalho, além do dano estético também tem o seu psicológico e emoções abalados, sendo então passível de indenização por <strong>danos morais.</strong></p>



<p>Além disso, existe também a possibilidade do trabalhador que sofreu acidente de trabalho receber um valor mensal da empresa até se aposentar.</p>



<p>Portanto, fique atento à todos os seus direitos e sempre busque ajuda de um advogado especializado em acidente de trabalho de sua confiança para que os seus direitos sejam assegurados devidamente.</p>



<p>Diga nos comentários o que achou do artigo &#8220;Me machuquei no trabalho, quais são os meus direitos em 2022?&#8221; e leia outros textos abaixo que podem te ajudar também a solucionar o seu problema!</p>



<p>Estamos também no Youtube explicando tudo sobre o que você precisa saber sobre acidente no trabalho, veja!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="ACIDENTE DE TRABALHO 2022:  Direitos de quem sofreu acidente do trabalho: CAT estabilidade beneficio" width="760" height="428" src="https://www.youtube.com/embed/Zo1m9CD6v-w?start=14&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos, Afinal?</h2>



<h5 class="wp-block-heading">1 &#8211; Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT):</h5>



<p>O CAT é a comunicação do acidente de trabalho as empresas são obrigadas a emitir esse documento.&nbsp;</p>



<p>O prazo para a emissão do comunicado de acidente de trabalho conta a partir do primeiro dia do acidente sofrido.&nbsp;</p>



<p>Esse&nbsp;documento é de extrema importância e o trabalhador deve exigir a empresa que realize a emissão do CAT para a devida apresentação em uma agência do INSS.&nbsp;</p>



<p>É importante ressaltar que o comunicado de acidente de trabalho deve ser feito em qualquer tipo de acidente, mesmo que não gere o afastamento do trabalhador.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading">2 &#8211; Auxílio-Doença Acidentário (benefício por incapacidade)</h5>



<p>Quando a empresa realiza a emissão do comunicado de acidente de trabalho, automaticamente o trabalhador será afastado de suas atividades na empresa.</p>



<p>O afastamento é para que o trabalhador se recupere do acidente sofrido, como uma lesão que gerou a perda do movimento parcial de algum membro, por exemplo.</p>



<p>O&nbsp;auxílio-doença acidentário é o benefício que o trabalhador irá receber do INSS para ficar em casa afastado em recuperação.</p>



<p>Fique em alerta no momento da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho para que você consiga receber devidamente o benefício do auxílio-doença acidentário. &nbsp;</p>



<p>Na carta de concessão do INSS deve conter o <strong>código B 91. </strong>&nbsp;</p>



<p>Essa informação é muito importante, pois envolve o pagamento do <a href="/areas-de-atuacao/">FGTS</a> que a empresa é obrigada a continuar depositando e uma série de outros benefícios mesmo durante o afastamento do trabalhador.</p>



<h5 class="wp-block-heading">3 &#8211; Estabilidade</h5>



<p>O trabalhador que sofreu um acidente de trabalho na empresa tem direito à estabilidade.</p>



<p>Ou seja, o empregado possui o direito à estabilidade, que está prevista em lei, no período de 12 meses.</p>



<p>E dentro deste período o empregador não pode mandar o trabalhador embora.</p>



<p>Além disso, pode ocorrer um período de estabilidade superior a 12 meses. </p>



<p>Essa estabilidade pode estar prevista na convenção coletiva que é o documento assinado pelo sindicato da categoria da empresa em que o trabalhador executa suas atividades.&nbsp;</p>



<p>Existem casos em que algumas convenções coletivas, determinam até a aposentadoria do trabalhador.</p>



<h5 class="wp-block-heading">4 &#8211; Auxílio Acidente</h5>



<p>O auxílio acidente que é pago pelo INSS é diferente do auxílio-doença acidentário que o trabalhador recebe durante seu afastamento em recuperação, inicialmente.</p>



<p>O auxilio acidente é pago após o trabalhador já ter se recuperado&nbsp;do acidente no trabalho sofrido.</p>



<p>Este é um benefício que o trabalhador poderá receber se teve sua capacidade de trabalho reduzida.</p>



<p>O trabalhador possui o direito de receber o benefício do auxílio acidente, sendo 50% do valor das médias das suas contribuições até que o mesmo se aposente.</p>



<p> Você pode também ler outros artigos mais lidos e acessados no nosso site relacionados ao assunto de acidente do trabalho a seguir:</p>



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<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é machuquei trabalho quais?</h3>
<p>Me Machuquei no Trabalho, Quais São os Meus Direitos?</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>Veja os 05 Direitos Que Você Possui   A Seguir!</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>

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		<item>
		<title>Como Escolher o Advogado Certo para Acidente de Trabalho:</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/advogado-acidente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 02:08:29 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading">Como Escolher o Advogado Certo para <a href="/areas-de-atuacao/">Acidente de Trabalho</a>: Dicas Essenciais e Direitos do Trabalhador</h2>



<p>Sofrer um acidente de trabalho pode ser uma experiência angustiante e desorientadora. Além das dores físicas e emocionais, o trabalhador se depara com a necessidade de resolver questões legais que podem parecer complicadas. A escolha do advogado certo é um ponto crucial nesse processo, pois um profissional qualificado pode fazer toda a diferença na sua recuperação e nos seus direitos. Neste artigo, vamos explorar dicas essenciais para ajudá-lo a selecionar o advogado perfeito para o seu caso de acidente de trabalho. Abordaremos também os direitos do trabalhador, garantindo que você esteja bem informado sobre suas opções e próximo passos. Preparar-se para essa jornada pode ser desafiador, mas com as informações certas, você poderá tomar decisões mais seguras e assertivas. Vamos juntos nessa busca pela justiça e pelo reconhecimento dos seus direitos!</p>



<h3 class="wp-block-heading">A importância de um advogado especializado em acidentes de trabalho</h3>



<p>Sofrer um acidente de trabalho é uma situação que exige atenção e cuidado, tanto no aspecto físico quanto no jurídico. A escolha de um advogado especializado em acidentes de trabalho é fundamental para garantir que todos os direitos do trabalhador sejam respeitados e que ele receba a devida compensação pelos danos sofridos. Um advogado com experiência nessa área possui o conhecimento necessário para navegar pelas complexidades legais envolvidas e pode oferecer uma orientação precisa sobre os melhores passos a serem tomados.</p>



<p>Um advogado especializado é capaz de identificar todas as nuances de um caso de acidente de trabalho, desde a coleta de provas até a representação em tribunal. Isso é especialmente importante porque cada caso possui suas particularidades, e um profissional qualificado pode adaptar suas estratégias para atender às necessidades específicas de cada cliente. Além disso, um advogado especializado tem acesso a uma rede de profissionais, como médicos e peritos, que podem fortalecer ainda mais o caso.</p>



<p>Além do conhecimento técnico, um advogado especializado em acidentes de trabalho compreende a importância de lidar com os aspectos emocionais do cliente. Passar por um acidente de trabalho pode ser uma experiência traumática, e ter um advogado que entende essa dimensão humana do problema pode fazer toda a diferença. Esse profissional estará preparado para oferecer o suporte necessário, ajudando o trabalhador a se concentrar em sua recuperação enquanto ele cuida das questões jurídicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando é necessário contratar um advogado?</h3>



<p>Nem todos os casos de acidente de trabalho exigem a contratação imediata de um advogado, mas existem situações em que a presença de um profissional é essencial. Quando o acidente resulta em lesões graves ou permanentes, é imprescindível contar com um advogado para garantir que todos os direitos do trabalhador sejam assegurados. Lesões que causam incapacidade temporária ou permanente podem gerar compensações significativas, e um advogado especializado é crucial para obter o valor justo.</p>



<p>Outra situação em que a contratação de um advogado é necessária é quando o empregador ou a seguradora contesta a gravidade do acidente ou a responsabilidade pelo ocorrido. Nessas circunstâncias, o trabalhador pode se ver em uma posição desvantajosa, enfrentando entidades com vastos recursos e conhecimento jurídico. Um advogado experiente pode equilibrar essa balança, apresentando argumentos sólidos e evidências que comprovem a legitimidade das reivindicações do trabalhador.</p>



<p>Além disso, a contratação de um advogado é recomendada quando o trabalhador não está familiarizado com os procedimentos legais ou se sente inseguro sobre como proceder. A legislação trabalhista pode ser complexa, e um advogado qualificado pode simplificar o processo, explicando cada etapa e garantindo que o trabalhador esteja ciente de seus direitos e obrigações. Isso proporciona uma maior tranquilidade e confiança durante todo o processo.e trabalho desde que a atividade seja desenvolvida por ordem do empregador, pois só assim o trabalhador conseguirá o devido amparo legal e os seus direitos assegurados.</p>



<p><strong>Assista também o nosso vídeo para esclarecer mais as suas dúvidas sobre o acidente de trabalho:</strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading">Principais características de um bom advogado</h2>



<p>Escolher o advogado certo é um passo crucial para garantir uma defesa eficaz dos direitos do trabalhador. Algumas características são fundamentais para identificar um bom advogado especializado em acidentes de trabalho. Primeiramente, a experiência é um fator determinante. Um advogado com anos de prática na área terá enfrentado diversos tipos de casos e estará preparado para lidar com diferentes cenários e desafios.</p>



<p>Outra característica importante é a comunicação. Um bom advogado deve ser capaz de explicar conceitos jurídicos complexos de maneira clara e acessível, facilitando o entendimento do cliente sobre o processo. Além disso, a transparência é vital; o advogado deve ser honesto sobre as chances de sucesso do caso e sobre todas as etapas envolvidas, evitando criar falsas expectativas.</p>



<p>A empatia e o comprometimento são igualmente essenciais. Um advogado que demonstra empatia pelo cliente e que está verdadeiramente comprometido com a obtenção de um resultado positivo fará toda a diferença. Esse compromisso se reflete na dedicação do advogado em investigar minuciosamente o caso, em buscar todas as evidências possíveis e em lutar vigorosamente pelos direitos do trabalhador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como avaliar a experiência e a formação do advogado</h3>



<p>Avaliar a experiência e a formação de um advogado é uma etapa crucial no processo de seleção. O primeiro passo é verificar a formação acadêmica do profissional. Certifique-se de que ele possui um diploma de uma instituição reconhecida e que esteja devidamente registrado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A formação contínua, como cursos de especialização e atualização, também é um indicativo de que o advogado está comprometido em se manter atualizado sobre as mudanças na legislação e nas práticas jurídicas.</p>



<p>A experiência prática é outro aspecto fundamental. Investigue quantos casos de acidentes de trabalho o advogado já conduziu e qual foi o resultado dessas ações. Um advogado com um histórico comprovado de sucesso em casos semelhantes ao seu pode oferecer uma maior segurança. Não hesite em perguntar sobre os detalhes de casos anteriores e como o advogado lidou com situações desafiadoras.</p>



<p>Além disso, é importante avaliar a reputação do advogado entre seus pares e clientes. Pesquise sobre o profissional em sites de avaliação, fóruns e redes sociais. Testemunhos de outros clientes podem fornecer uma visão valiosa sobre a conduta e eficácia do advogado. Um profissional bem avaliado geralmente terá uma boa reputação e será reconhecido por sua competência e ética.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A importância das recomendações e avaliações de clientes</h3>



<p>As recomendações e avaliações de clientes são ferramentas valiosas na hora de escolher um advogado especializado em acidentes de trabalho. Elas oferecem uma perspectiva real sobre a qualidade dos serviços prestados e sobre a experiência que outros clientes tiveram com o profissional. Essas recomendações podem ser obtidas de várias formas, como indicações de amigos e familiares, consultas a reviews online e feedbacks em redes sociais.</p>



<p>Conversar com pessoas que já passaram por situações semelhantes pode fornecer insights importantes. Pergunte sobre a eficácia do advogado na resolução do caso, a clareza das explicações fornecidas e o nível de suporte emocional oferecido. Clientes satisfeitos tendem a compartilhar suas experiências positivas, destacando as qualidades que mais apreciaram no advogado.</p>



<p>Além das recomendações verbais, as avaliações online são uma excelente fonte de informação. Plataformas como Google, Facebook e sites especializados permitem que os clientes deixem comentários sobre sua experiência com o advogado. Preste atenção às avaliações detalhadas, que mencionam aspectos específicos do serviço prestado. Essas avaliações podem ajudar a identificar padrões de comportamento e a escolher um advogado que realmente se destaque pela competência e dedicação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendendo os honorários advocatícios</h3>



<p>Compreender os honorários advocatícios é uma parte essencial na escolha do advogado certo para um caso de acidente de trabalho. Os honorários podem variar significativamente de um profissional para outro, e é importante saber exatamente o que está incluído no valor cobrado. Em geral, os honorários podem ser cobrados de diferentes formas: por hora de trabalho, por um valor fixo ou por meio de um percentual do valor obtido na causa.</p>



<p>A cobrança por hora é comum em muitos escritórios de advocacia, especialmente para consultas e trabalhos específicos. Nesse modelo, o advogado registra o tempo dedicado ao caso e cobra um valor por hora trabalhada. É importante discutir previamente o valor da hora e estimar o tempo necessário para a resolução do caso, evitando surpresas no final do processo.</p>



<p>Outra forma de cobrança é pelo percentual sobre o valor obtido na causa, conhecida como honorários de êxito. Nesse modelo, o advogado recebe uma porcentagem do valor que o cliente ganha na ação judicial. Esse tipo de acordo pode ser vantajoso, pois alinha os interesses do advogado aos do cliente, incentivando o profissional a buscar o melhor resultado possível. No entanto, é fundamental definir claramente qual será a porcentagem e quais despesas adicionais poderão surgir durante o processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais documentos levar na primeira consulta</h3>



<p>Quando se trata de acidentes de trabalho, a primeira consulta com o advogado é essencial para avaliar o caso e traçar uma estratégia eficaz. Para que o advogado possa fornecer uma orientação precisa, é importante levar todos os documentos relevantes. Entre os principais documentos estão o boletim de ocorrência, laudos médicos, atestados de saúde, comunicações de acidente de trabalho (CAT) e qualquer correspondência trocada com o empregador ou a seguradora.</p>



<p>O boletim de ocorrência é crucial, pois registra oficialmente o acidente e as circunstâncias em que ele ocorreu. Esse documento pode servir como uma base sólida para o caso, fornecendo detalhes importantes sobre o incidente. Já os laudos médicos e atestados de saúde são essenciais para comprovar a extensão das lesões sofridas e o impacto do acidente na vida do trabalhador.</p>



<p>Além disso, a CAT é um documento fundamental, pois é a comunicação oficial do acidente ao INSS. Ela deve ser emitida pelo empregador e é necessária para que o trabalhador tenha acesso aos benefícios previdenciários. Levar cópias de todas as comunicações trocadas com o empregador ou a seguradora também é importante, pois essas mensagens podem conter informações valiosas sobre a postura da empresa em relação ao acidente e ao tratamento do trabalhador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Direitos do trabalhador em caso de acidente de trabalho</h3>



<p>Os direitos do trabalhador em caso de acidente de trabalho são amplos e visam garantir a sua proteção e bem-estar. Um dos principais direitos é a estabilidade no emprego por pelo menos 12 meses após a cessação do auxílio-doença acidentário. Isso significa que o trabalhador não pode ser demitido sem <a href="/areas-de-atuacao/">justa causa</a> durante esse período, garantindo uma segurança mínima para sua recuperação.</p>



<p>Outro direito importante é o acesso ao auxílio-doença acidentário, concedido pelo INSS. Esse benefício é destinado aos trabalhadores que ficam temporariamente incapacitados para o trabalho devido a um acidente de trabalho. Para ter acesso a esse benefício, é essencial que a CAT tenha sido emitida e que o trabalhador cumpra os requisitos estabelecidos pelo INSS.</p>



<p>Além disso, o trabalhador tem direito à indenização por danos morais e materiais. A indenização por danos morais é destinada a compensar o sofrimento e a dor causados pelo acidente, enquanto a indenização por danos materiais cobre despesas médicas, perda de renda e outros custos relacionados ao acidente. A contratação de um advogado especializado é crucial para garantir que todas essas compensações sejam devidamente solicitadas e obtidas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passos para iniciar um processo judicial</h3>



<p>Iniciar um processo judicial por acidente de trabalho requer uma série de passos bem definidos. O primeiro deles é a coleta de todas as provas e documentos relevantes, como boletins de ocorrência, laudos médicos e a <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br">CAT</a>. Esses documentos serão fundamentais para construir um caso sólido e fundamentar as reivindicações do trabalhador.</p>



<p>Em seguida, é importante realizar uma consulta inicial com um advogado especializado em acidentes de trabalho. Durante essa consulta, o advogado avaliará os detalhes do caso, fornecerá orientações sobre os direitos do trabalhador e explicará os próximos passos. Essa etapa é crucial para garantir que o trabalhador esteja bem informado e preparado para o processo.</p>



<p>Após a consulta, o advogado iniciará a elaboração da petição inicial, que é o documento que dará início ao processo judicial. A petição deve conter todas as informações relevantes sobre o acidente, as lesões sofridas e as reivindicações do trabalhador. Uma vez elaborada, a petição será protocolada no tribunal competente, dando início ao processo judicial propriamente dito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão: Tomando a decisão certa na escolha do advogado</h3>



<p>Escolher o advogado certo para um caso de acidente de trabalho é uma decisão crucial que pode impactar significativamente o resultado do processo. Um advogado especializado, com vasta experiência e uma abordagem empática, é capaz de oferecer o suporte necessário para garantir que os direitos do trabalhador sejam respeitados. Ao seguir as dicas essenciais apresentadas neste artigo, você estará mais preparado para tomar uma decisão informada e assertiva.</p>



<p>Lembre-se de avaliar a formação e a experiência do advogado, buscar recomendações e avaliações de clientes anteriores, e compreender claramente os honorários advocatícios. Esses passos são fundamentais para garantir que você escolha um profissional competente e comprometido com a sua causa. Além disso, estar ciente dos seus direitos como trabalhador é essencial para navegar pelo processo legal com confiança.</p>



<p>Ao tomar a decisão certa na escolha do advogado, você estará mais bem preparado para enfrentar os desafios legais e garantir que a justiça seja feita. Com o apoio de um profissional qualificado, você poderá focar na sua recuperação, sabendo que seus interesses estão sendo bem representados. Juntos, vocês poderão buscar o reconhecimento dos seus direitos e a compensação justa pelos danos sofridos.</p>



<p>Por fim, esteja sempre atento às mudanças na legislação e mantenha-se informado sobre os seus direitos. A escolha do advogado certo é apenas o primeiro passo em uma jornada que exige dedicação e conhecimento. Com as informações e o suporte adequados, você poderá enfrentar essa situação com mais segurança e alcançar os melhores resultados possíveis.neira possível no caso existente.</p>



<p><strong>Neste vídeo você saberá tudo sobre o acidente de trabalho, direitos, indenização e estabilidade. Confira!</strong></p>



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<li><a href="https://melloadvogados.com.br/cat-acidente-de-trabalho/">CAT Acidente de Trabalho: Veja Absolutamente Tudo Sobre a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)</a></li>



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</ul>


<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é como escolher advogado?</h3>
<p>Como Escolher o Advogado Certo para Acidente de Trabalho: Dicas Essenciais e Direitos do Trabalhador 
 

 
 Sofrer um acidente de trabalho pode ser uma experiência angustiante e desorientadora.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>Além das dores físicas e emocionais, o trabalhador se depara com a necessidade de resolver questões legais que podem parecer complicadas.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>

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		<item>
		<title>Direito Trabalhista</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/direito-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2018 01:10:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[reclamação trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo: esta análise aborda direito trabalhista sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas técnicas…</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/direito-trabalhista/">Direito Trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> esta análise aborda direito trabalhista sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas técnicas sobre o tema e orientar trabalhadores e empregadores na adoção das medidas jurídicas cabíveis.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Direito trabalhista é o ramo do direito, que envolve a proteção dos direitos dos trabalhadores e de todas relações que envolvam trabalho ou emprego.</h3>
<p><figure id="attachment_362" aria-describedby="caption-attachment-362" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2015/10/carteira-de-trabalho_11.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-362" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2015/10/carteira-de-trabalho_11-300x200.jpg" alt="advocacia trabalhista" width="300" height="200" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2015/10/carteira-de-trabalho_11-300x200.jpg 300w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2015/10/carteira-de-trabalho_11.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-362" class="wp-caption-text">advogado trabalhista</figcaption></figure></p>
<blockquote>
</blockquote>
<h4 style="text-align: justify;">Entre em contato conosco e saiba sobre direito do trabalho: 11 4102 1814 ou 11 998564520</h4>
<p><figure id="attachment_286" aria-describedby="caption-attachment-286" style="width: 162px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-286" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="Hugo" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="auto, (max-width: 162px) 100vw, 162px" /><figcaption id="caption-attachment-286" class="wp-caption-text">Advogado em Direito Trabalhista</figcaption></figure></p>
<h2>Entenda o tema</h2>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://melloadvogados.com.br/direito-do-trabalho-2/">direito do trabalho</a> é assegurado pelo Constituição da República Federal do Brasil, texto maior da lei brasileira em que as garantias mínimas trabalhistas ficam estabelecidas de maneira evidente.</p>
<p style="text-align: justify;">A&nbsp;equipe de direito do trabalho do escritório de advocacia trabalhista Mello Advogados <a href="http://melloadvogados.com.br/escritorio-advocacia-sp/">atua em São Paulo</a> com foco na a orientação de seus clientes em questões que envolvem direitos trabalhistas, tanto de trabalhadores como de empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">A atuação em direito trabalhista do escritório Mello Advogados, poderá se efetivar na defesa de trabalhadores, em especial para:</p>
<p style="text-align: justify;">Ajuizamento de Reclamações Trabalhistas;</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhamento de processos;</p>
<h2>Aspectos práticos</h2>
<p style="text-align: justify;">Orientações sobre condutas consideradas como <a href="/areas-de-atuacao/">assédio moral</a>, com pedido de indenização por dano moral;</p>
<p style="text-align: justify;">Reclamações trabalhistas e orientações sobre insalubridade e periculosidade;</p>
<p style="text-align: justify;">Pedidos de pagamento de <a href="/areas-de-atuacao/">horas extras</a>, intervalos intrajornadas e interjornadas;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="/areas-de-atuacao/">Rescisão indireta</a> do contrato de trabalho;</p>
<p style="text-align: justify;">Reversão de demissão por justa causa;</p>
<h2>Como proceder juridicamente</h2>
<p style="text-align: justify;">Assessoria em Comissões de Conciliação Prévias e representação perante sindicatos e órgãos de fiscalização do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a equipe Mello Advocacia Trabalhista, também atua fortemente na defesa de interesses de diversas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de advogados trabalhistas do escritório também atua no direito do trabalho para a adoção de <a href="http://melloadvogados.com.br/processo-trabalhista/">medidas judiciais</a> perante a Justiça do Trabalho, elaboração de defesas, inclusive em inquéritos civis e ações coletivas, assessoria em negociações coletivas, acompanhamento de processos perante os entes fiscalizatórios do trabalho, redação de contratos de trabalho e orientação quanto as rescisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Para receber mais conteúdo sobre direito trabalhista de&nbsp;forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a advocacia trabalhista.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter mais informações sobre&nbsp; Advocacia Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="http://hmadvocaciatrabalhista.com.br">aqui.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Cada caso possui particularidades que exigem análise individualizada. A jurisprudência se modifica e novas leis podem alterar o cenário descrito. Diante disso, recomendamos a consulta a um advogado especializado em Direito do Trabalho antes de tomar qualquer decisão.</p>
<p>O escritório Hardy de Mello Advogados, com sede em São Paulo, atua em causas trabalhistas em todo o território nacional, presencialmente ou por videoconferência. Entre em contato pelo nosso <a href="/contato/">formulário</a> ou pelo WhatsApp (11) 99856-4520 para uma avaliação técnica do seu caso.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é direito trabalhista?</h3>
<p>Direito trabalhista é o ramo do direito, que envolve a proteção dos direitos dos trabalhadores e de todas relações que envolvam trabalho ou emprego.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>A equipe de direito do trabalho do escritório de advocacia trabalhista Mello Advogados  atua em São Paulo  com foco na a orientação de seus clientes em questões que envolvem direitos trabalhistas, tanto de trabalhadores como de empresas.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>
<p><script type="application/ld+json">{"@context": "https://schema.org", "@type": "FAQPage", "mainEntity": [{"@type": "Question", "name": "O que é direito trabalhista?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "Direito trabalhista é o ramo do direito, que envolve a proteção dos direitos dos trabalhadores e de todas relações que envolvam trabalho ou emprego."}}, {"@type": "Question", "name": "Quem tem direito relacionado a este tema?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "A equipe de direito do trabalho do escritório de advocacia trabalhista Mello Advogados  atua em São Paulo  com foco na a orientação de seus clientes em questões que envolvem direitos trabalhistas, tanto de trabalhadores como de empresas."}}, {"@type": "Question", "name": "Como agir juridicamente?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada."}}]}</script></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Seguro desemprego, quantidade de parcelas.</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/seguro-desemprego-quantidade-de-parcelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 22:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista sp]]></category>
		<category><![CDATA[Mello advogados]]></category>
		<category><![CDATA[parcelas]]></category>
		<category><![CDATA[quatidade de parcelas]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O seguro desemprego, muitas vezes é a única alternativa para quem é dispensado do seu emprego. I &#8211; ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física…</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">O seguro desemprego, muitas vezes é a única alternativa para quem é dispensado do seu emprego.</h4>
<p><figure id="attachment_614" aria-describedby="caption-attachment-614" style="width: 259px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://melloadvogados.com.br/seguro-desemprego-quantidade-de-parcelas/seguro-desemprego-2/" rel="attachment wp-att-614"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-614" src="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Seguro-desemprego.jpg" alt="seguro desemprego " width="259" height="194" /></a><figcaption id="caption-attachment-614" class="wp-caption-text">Seguro desemprego, quantidade de parcelas</figcaption></figure></p>
<blockquote>
<p>I &#8211; ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, relativos a:      (Redação dada pela Lei nº 13.134, de 2015)</p>
<p>a) pelo menos 12 (doze) meses nos últimos 18 (dezoito) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da primeira solicitação; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</p>
<p>b) pelo menos 9 (nove) meses nos últimos 12 (doze) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; e (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</p>
<p>c) cada um dos 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</p>
</blockquote>
<blockquote>
</blockquote>
<h3 style="text-align: justify;">Entre em contato com a equipe de advogados trabalhistas da Mello Advogados: 11 4102 1814 11 99856 4520.</h3>
<h4 style="text-align: justify;">Ou entre em contato com a Mello Advogados &#8211; Advocacia Trabalhista: 11 4102 1814 ou 11998564520.</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-286 alignright" title="Seguro desemprego, quantidade de parcelas" src="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="auto, (max-width: 162px) 100vw, 162px" /></p>
<h2>Entenda o tema</h2>
<p style="text-align: justify;">Seguro desemprego, quantidade de parcelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece ser inevitável, mas mudanças na vida das pessoas ocorrem a todo momento e, infelizmente, algo que ocorre com frequência é a dispensa (demissão) do trabalhador de seu emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando isso ocorre, a primeira pergunta que o trabalhador faz é : Tenho direito ao seguro desemprego ? E a segunda pergunta é: Quantas parcelas receberei?</p>
<p style="text-align: justify;">O direito ao seguro desemprego, quantidade parcelas e o valor do beneficio são fatores que estão completamente ligados aos critérios estabelecidos pela lei.</p>
<p style="text-align: justify;">As duvidas dos trabalhadores são justificadas, já que o governo federal alterou, por diversas ocasiões, a legislação relativa ao pagamento do benefício conhecido como seguro desemprego, alterando por consequência também a quantidade de parcelas que o trabalhador tem direito a receber.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que somente tem direito ao recebimento do seguro desemprego  aquele trabalhador que tiver sido dispensado sem <a href="/areas-de-atuacao/">justa causa</a> de seu último emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas esse não é o único requisito, por isso, é interessante observar quais são as determinações da lei que atualmente regula o benefício do seguro desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe deixar claro que a MP 665, que recentemente alterou o regime do seguro desemprego, instituiu que o prazo mínimo de carência para recebimento do benefício na primeira vez em que for solicitado, sendo esse prazo de 12 meses, confira a integra do texto de lei:</p>
<p style="text-align: justify;">Lei 7998/1990:</p>
<p style="text-align: justify;">Art. 3º Terá direito à percepção do seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa que comprove:</p>
<p style="text-align: justify;">II &#8211; ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada ou ter exercido atividade legalmente reconhecida como autônoma, durante pelo menos 15 (quinze) meses nos últimos 24 (vinte e quatro) meses; (Vide Lei 8.845, de 1994)   (Revogado pela Medida Provisória nº 665, de 2014)</p>
<p style="text-align: justify;">III &#8211; não estar em gozo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, previsto no Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, excetuado o auxílio-acidente e o auxílio suplementar previstos na Lei nº 6.367, de 19 de outubro de 1976, bem como o abono de permanência em serviço previsto na Lei nº 5.890, de 8 de junho de 1973;</p>
<h2>Aspectos práticos</h2>
<p style="text-align: justify;">IV &#8211; não estar em gozo do auxílio-desemprego; e</p>
<p style="text-align: justify;">V &#8211; não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto interessante é que a quantidade de parcelas relativas ao seguro desemprego poderá variar de acordo com cada caso.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo 4.º da mesma lei trata da quantidade de parcelas:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Art. 4o O benefício do seguro-desemprego será concedido ao trabalhador desempregado, por período máximo variável de 3 (três) a 5 (cinco) meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo, contados da data de dispensa que deu origem à última habilitação, cuja duração será definida pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).      (Redação dada pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>1o O benefício do seguro-desemprego poderá ser retomado a cada novo período aquisitivo, satisfeitas as condições arroladas nos incisos I, III, IV e V do caput do art. 3o. (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>2o A determinação do período máximo mencionado no caput observará a seguinte relação entre o número de parcelas mensais do benefício do seguro-desemprego e o tempo de serviço do trabalhador nos 36 (trinta e seis) meses que antecederem a data de dispensa que originou o requerimento do seguro-desemprego, vedado o cômputo de vínculos empregatícios utilizados em períodos aquisitivos anteriores: (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>I &#8211; para a primeira solicitação:       (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>a) 4 (quatro) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 12 (doze) meses e, no máximo, 23 (vinte e três) meses, no período de referência; ou (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>b) 5 (cinco) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 24 (vinte e quatro) meses, no período de referência; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>II &#8211; para a segunda solicitação:      (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>a) 3 (três) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 9 (nove) meses e, no máximo, 11 (onze) meses, no período de referência; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<h2>Como proceder juridicamente</h2>
<p style="text-align: left;"><em>b) 4 (quatro) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 12 (doze) meses e, no máximo, 23 (vinte e três) meses, no período de referência; ou (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>c) 5 (cinco) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 24 (vinte e quatro) meses, no período de referência; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>III &#8211; a partir da terceira solicitação:       (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>a) 3 (três) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 6 (seis) meses e, no máximo, 11 (onze) meses, no período de referência; (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>b) 4 (quatro) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 12 (doze) meses e, no máximo, 23 (vinte e três) meses, no período de referência; ou (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>c) 5 (cinco) parcelas, se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de, no mínimo, 24 (vinte e quatro) meses, no período de referência. (Incluído pela Lei nº 13.134, de 2015)</em></p>
<p style="text-align: justify;">É importante para ao trabalhador ter noção exata da quantidade de parcelas que receberá do benefício e o mais importante é saber quanto tempo o trabalhador precisará ter trabalhado para atingir as condições de receber o benefício.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique <a href="https://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui</a> e saiba mais sobre os seus direitos trabalhistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para receber esse conteúdo forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a <a href="/contato/">advocacia trabalhista</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda, para obter mais informações sobre  <a href="https://melloadvogados.com.br/advocacia-trabalhista-mello/">Advocacia trabalhista</a> Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="https://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui.</a></p>
<p style="text-align: justify;">[mc4wp_form id=&#8221;797&#8243;]</p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho e <a href="/areas-de-atuacao/">Acidente de Trabalho</a>.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é seguro desemprego quantidade?</h3>
<p>Seguro desemprego, quantidade de parcelas.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>O seguro desemprego, muitas vezes é a única alternativa para quem é dispensado do seu emprego.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>
<p><script type="application/ld+json">{"@context": "https://schema.org", "@type": "FAQPage", "mainEntity": [{"@type": "Question", "name": "O que é seguro desemprego quantidade?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "Seguro desemprego, quantidade de parcelas."}}, {"@type": "Question", "name": "Quem tem direito relacionado a este tema?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "O seguro desemprego, muitas vezes é a única alternativa para quem é dispensado do seu emprego."}}, {"@type": "Question", "name": "Como agir juridicamente?", "acceptedAnswer": {"@type": "Answer", "text": "O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada."}}]}</script></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa de call center indenizará analista ridicularizada</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo: esta análise aborda empresa call center sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas…</p>
<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/">Empresa de call center indenizará analista ridicularizada</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> esta análise aborda empresa call center sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas técnicas sobre o tema e orientar trabalhadores e empregadores na adoção das medidas jurídicas cabíveis.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por isso, a equipe de advogados trabalhistas da Mello Advogados selecionou a seguinte notícia de direito do trabalho:</h4>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Tribunal Superior do Trabalho</h5>
<h5 style="text-align: justify;">Ou entre em contato com a Mello Advogados &#8211; Advocacia Trabalhista: 11 4102 1814 ou 11998564520.</h5>
<h2>Entenda o tema</h2>
<p style="text-align: justify;">A <a href="/contato/">advocacia trabalhista</a> Mello Advogados realiza um trabalho de acompanhamento de decisões e noticias divulgadas pelo Tribunal Superior do Trabalho, a última instância do direito trabalhista brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo de instrumento da Hewlett-Packard Brasil Ltda. (sucessora da EDS &#8211; Electronic Data Systems do Brasil Ltda.) contra condenação ao pagamento de indenização por dano moral a uma analista de call center. Quando não batia metas, seu nome era colocado num boneco que ficava exposto dentro de caixão de papelão na entrada do local de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A analista foi contratada pela EDS (adquirida depois pela HP) para prestar serviços de telemarketing ao Banco Real ABN – Amro Bank em Salvador (BA). Segundo afirmou, havia pressão constante pelas vendas e para bater metas, controle de tempo para idas ao banheiro e apitos e batidas nas mesas como &#8220;motivação&#8221;.  Seu nome figurou mais de dez vezes no caixão de papelão preto na entrada da sala, que, com o apelido de &#8220;Erro Fatal&#8221;, simbolizava o analista que não bateu a meta.</p>
<p style="text-align: justify;">O representante da HP confirmou a existência do &#8220;Erro fatal&#8221;, mas disse que ele fazia parte das &#8220;campanhas temáticas&#8221; &#8211; no caso, referente ao &#8220;Dia das Bruxas&#8221;, e durou apenas algumas semanas. Mas o juízo da 39ª Vara do Trabalho de Salvador (BA) verificou, com base nos testemunhos, que o boneco ficou lá nos cinco anos de contrato da analista, e assinalou que haveria &#8220;maneiras mais humanas e respeitáveis de se cobrar o cumprimento de metas, sem ferir a dignidade humana&#8221;, condenando a empresa ao pagamento de R$ 3 mil de indenização pelo <a href="/areas-de-atuacao/">assédio moral</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), a empresa insistiu que a prática era apenas uma forma &#8220;indiscriminada de alerta e estímulo&#8221;, para o empregado se esforçar. A sentença, porém, foi mantida.</p>
<h2>Aspectos práticos</h2>
<p style="text-align: justify;">O relator do agravo da HP ao TST, ministro Alexandre Agra Belmonte, afastou a alegação da HP de falta de comprovação do dano, e explicou que, uma vez comprovada a conduta da empresa, o dano é presumido, decorrente do próprio fato.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi unânime.</p>
<p style="text-align: justify;">(Lourdes Côrtes/CF)</p>
<p style="text-align: justify;">Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=64400&amp;digitoTst=62&amp;anoTst=2008&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=05&amp;varaTst=0039">AIRR-64400-62.2008.5.05.0039</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</em></p>
<h2>Como proceder juridicamente</h2>
<p style="text-align: justify;">Para receber esse conteúdo forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a advocacia trabalhista.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda, para obter mais informações sobre  Advocacia Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="http://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui.</a></p>
<p style="text-align: justify;">[contact-form-7]</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-286 alignright" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="auto, (max-width: 162px) 100vw, 162px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Cada caso possui particularidades que exigem análise individualizada. A jurisprudência se modifica e novas leis podem alterar o cenário descrito. Diante disso, recomendamos a consulta a um advogado especializado em Direito do Trabalho antes de tomar qualquer decisão.</p>
<p>O escritório Hardy de Mello Advogados, com sede em São Paulo, atua em causas trabalhistas em todo o território nacional, presencialmente ou por videoconferência. Entre em contato pelo nosso <a href="/contato/">formulário</a> ou pelo WhatsApp (11) 99856-4520 para uma avaliação técnica do seu caso.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é empresa call center?</h3>
<p>A advocacia trabalhista Mello Advogados realiza um trabalho de acompanhamento de decisões e noticias divulgadas pelo Tribunal Superior do Trabalho, a última instância do direito trabalhista brasileiro.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>Por isso, a equipe de advogados trabalhistas da Mello Advogados selecionou a seguinte notícia de direito do trabalho:<br />
 A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo de instrumento da Hewlett-Packard Brasil Ltda.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>
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<p>O post <a href="https://melloadvogados.com.br/empresa-de-call-center-indenizara-analista-ridicularizada-por-nao-cumprir-metas/">Empresa de call center indenizará analista ridicularizada</a> apareceu primeiro em <a href="https://melloadvogados.com.br">Hardy de Mello Advocacia</a>.</p>
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		<title>Vale pagará adicional de transferência a empregado de</title>
		<link>https://melloadvogados.com.br/vale-pagara-adicional-de-transferencia-a-empregado-de-vitoria-que-trabalhava-em-belo-horizonte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Vitor Hardy de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:46:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo: esta análise aborda vale pagará adicional sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas…</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo:</strong> esta análise aborda vale pagará adicional sob a ótica da legislação trabalhista vigente e da jurisprudência dominante dos tribunais brasileiros. O conteúdo é destinado a esclarecer dúvidas técnicas sobre o tema e orientar trabalhadores e empregadores na adoção das medidas jurídicas cabíveis.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Tribunal Superior do Trabalho</h5>
<h5 style="text-align: justify;">Ou entre em contato com a Mello Advogados &#8211; Advocacia Trabalhista: 11 4102 1814 ou 11998564520.</h5>
<h2>Entenda o tema</h2>
<p style="text-align: justify;">A Vale S.A. foi condenada a pagar adicional de transferência a um empregado de Vitória (ES) que durante cerca de um ano trabalhou de segunda a sexta-feira em Belo Horizonte (MG), retornando para casa nos fins de semana. A empresa recorreu, sustentando que não se tratava de transferência, mas a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, sob a relatoria do ministro Walmir Oliveira da Costa, não conheceu do recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">O empregado alegou na reclamação trabalhista que foi transferido unilateralmente para Belo Horizonte em maio de 2000, para prestar serviços à FCA – Ferrovia Centro Atlântico S/A, do grupo da Vale, onde permaneceu até julho de 2001. Contou que, nesse período, a empresa continuou a pagar o salário acrescido de R$ 300 a título de complementação, mas sem receber adicional de transferência.</p>
<p style="text-align: justify;">Na defesa, a Vale argumentou que ele retornava de Belo Horizonte, praticamente, todos os fins de semana para Vitória, onde manteve residência, com as despesas de deslocamento pagas. Além disso, o deslocamento temporário ocorreu por necessidade de serviço, devidamente previsto no contrato de trabalho, e, por ser ocupante de cargo de confiança, o empregado &#8220;tinha pleno conhecimento&#8221; de que se tratava apenas da implantação e adequação do centro de controle operacional da ferrovia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) deferiu o adicional, concluindo que a transferência teve caráter provisório. Segundo esse entendimento, a afirmação da empresa não se sustentava, uma vez que esses &#8220;alguns dias da semana&#8221; eram, no mínimo, de segunda a sexta-feira. Para o TRT, o fato de o empregado retornar para Vitória nos fins de semana não deixava de caracterizar a transferência, até mesmo porque a situação durou mais de um ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TST </strong></p>
<h2>Aspectos práticos</h2>
<p style="text-align: justify;">No recurso ao TST, a Vale reiterou a argumentação apresentada nas instâncias inferiores. Mas o relator, diante da configuração da provisoriedade da transferência, considerou os argumentos da empresa irrelevantes para obstar o reconhecimento do direito do empregado ao recebimento do adicional de <a href="/areas-de-atuacao/">insalubridade</a>. Sobre a não fixação dele na nova localidade, o relator esclareceu que esse argumento remete à revisão dos fatos e provas, procedimento vedado nessa instância recursal pela <a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;s1=126&amp;s2=bden.base.&amp;pg1=NUMS&amp;u=http://www.tst.gov.br/jurisprudencia/brs/nspit/nspitgen_un_pix.html&amp;p=1&amp;r=1&amp;f=G&amp;l=0">Súmula 126</a> do TST.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi unânime.</p>
<p style="text-align: justify;">(Mário Correia/CF)</p>
<p style="text-align: justify;">Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=B2763B56EA6A635370DB8A8DEEF744E2.tst32?conscsjt=&amp;numeroTst=20700&amp;digitoTst=79&amp;anoTst=2006&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=17&amp;varaTst=0004&amp;consulta=Consultar">RR-20700-79.2006.5.17.0004</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</em></p>
<h2>Como proceder juridicamente</h2>
<p style="text-align: justify;">Para receber esse conteúdo forma gratuita, basta preencher o formulário abaixo que enviaremos um e-mail contendo muitas outras informações sobre direito do Trabalho e a <a href="/contato/">advocacia trabalhista</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda, para obter mais informações sobre  Advocacia Especializada Trabalhista Mello Advogados clique <a href="http://melloadvogados.com.br/?p=309">aqui.</a></p>
<p style="text-align: justify;">[contact-form-7]</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-286 alignright" src="http://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg" alt="" width="162" height="249" srcset="https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621.jpg 304w, https://melloadvogados.com.br/wp-content/uploads/2014/09/1488747_10201077947135864_890085406_n-e1409791569621-195x300.jpg 195w" sizes="auto, (max-width: 162px) 100vw, 162px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hugo Vitor Hardy de Mello, sócio do escritório Mello Advogados, é advogado graduado em Direito pela Faculdade Editora Nacional, Pós Graduado em Direito Processual Civil pela PUC – SP e atua especialmente em Direito do Trabalho.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Cada caso possui particularidades que exigem análise individualizada. A jurisprudência se modifica e novas leis podem alterar o cenário descrito. Diante disso, recomendamos a consulta a um advogado especializado em Direito do Trabalho antes de tomar qualquer decisão.</p>
<p>O escritório Hardy de Mello Advogados, com sede em São Paulo, atua em causas trabalhistas em todo o território nacional, presencialmente ou por videoconferência. Entre em contato pelo nosso <a href="/contato/">formulário</a> ou pelo WhatsApp (11) 99856-4520 para uma avaliação técnica do seu caso.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é vale pagará adicional?</h3>
<p>foi condenada a pagar adicional de transferência a um empregado de Vitória (ES) que durante cerca de um ano trabalhou de segunda a sexta-feira em Belo Horizonte (MG), retornando para casa nos fins de semana.</p>
<h3>Quem tem direito relacionado a este tema?</h3>
<p>A empresa recorreu, sustentando que não se tratava de transferência, mas a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, sob a relatoria do ministro Walmir Oliveira da Costa, não conheceu do recurso.</p>
<h3>Como agir juridicamente?</h3>
<p>O caminho recomendado é procurar um advogado especializado em Direito do Trabalho para análise dos documentos do caso e definição da estratégia jurídica mais adequada.</p>
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